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- Publicada em 25 de Novembro de 2022 às 18:22

Programa de gestão ambiental torna-se diferencial do porto da Capital

Imagens do ponto de vista da linha d'água do cais Navegantes; prédio da CESA

Imagens do ponto de vista da linha d'água do cais Navegantes; prédio da CESA


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Jefferson Klein
Uma ação adotada em meados do ano passado já está rendendo frutos para o porto da capital gaúcha. O programa de gestão ambiental (PGA) portuária possibilitou que o complexo fosse premiado recentemente pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) com o terceiro lugar da categoria Maior Evolução Anual do Índice de Desempenho Ambiental (IDA).
Uma ação adotada em meados do ano passado já está rendendo frutos para o porto da capital gaúcha. O programa de gestão ambiental (PGA) portuária possibilitou que o complexo fosse premiado recentemente pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) com o terceiro lugar da categoria Maior Evolução Anual do Índice de Desempenho Ambiental (IDA).
O programa é decorrente de acordo assinado entre a empresa pública Portos RS e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), em agosto de 2021. A coordenadora do PGA-POA e vice-diretora do Instituto de Geociências da Ufrgs, Tatiana Silva, explica que a proposta consiste em avaliar vários aspectos da operação portuária e como o espaço é gerenciado no que diz respeito ao meio ambiente. “Para dar suporte na construção de boas práticas e ajustes para a melhoria da condição ambiental”, enfatiza Tatiana.
A iniciativa envolve aproximadamente 50 pessoas ligadas a diversas áreas profissionais como geociências, recursos hídricos, tecnologia da informação, entre outras. Entre os dados que são trabalhados estão qualidade da água e do ar, aspectos hidrodinâmicos do Guaíba, gestão dos resíduos sólidos e dos efluentes líquidos e segurança do trabalho. Sobre a inovação do programa, Tatiana argumenta que, normalmente, os portos usam parâmetros gerais para a sua gestão ambiental e a conformidade com os órgãos fiscalizadores. “Acontece que um porto na Amazônia não tem a mesma configuração ambiental que o nosso, então as condicionantes devem ser outras”, sustenta a integrante da Ufrgs.
De janeiro a outubro desse ano, o porto da Capital registrou a movimentação de 687.428 toneladas em cargas, quantidade que é 24,3% abaixo do que foi trabalhado no mesmo período em 2021. Entre os itens que passaram pelo complexo constavam trigo, cevada, fertilizantes e sal.
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