Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Economia

- Publicada em 17 de Agosto de 2021 às 10:42

Guerra volta ao mercado em setembro

Estrutura fabril localizada em Caxias do Sul permaneceu inoperante por quatro anos

Estrutura fabril localizada em Caxias do Sul permaneceu inoperante por quatro anos


Guerra/Divulgação/JC
Roberto Hunoff
A marca de implementos rodoviários Guerra retorna ao mercado brasileiro, em setembro, com a produção das primeiras 300 unidades do modelo rodotrem graneleiro da Série Origens. A escolha do nome da série celebra a volta de uma das mais tradicionais empresas do setor produtor de implementos rodoviários, que por anos foi a segunda maior produtora do país. “Estamos sinalizando compromisso com o passado da marca ao mesmo tempo em que projetamos seu futuro”, afirma Alves Pereira, diretor executivo da empresa.
A marca de implementos rodoviários Guerra retorna ao mercado brasileiro, em setembro, com a produção das primeiras 300 unidades do modelo rodotrem graneleiro da Série Origens. A escolha do nome da série celebra a volta de uma das mais tradicionais empresas do setor produtor de implementos rodoviários, que por anos foi a segunda maior produtora do país. “Estamos sinalizando compromisso com o passado da marca ao mesmo tempo em que projetamos seu futuro”, afirma Alves Pereira, diretor executivo da empresa.
A fabricante optou por esse modelo diante do bom desempenho do mercado de agronegócios em 2021. A Série Origens está focada no segmento e o rodotrem graneleiro segue o padrão de peso bruto total combinado de 74 toneladas para transporte de grãos e outras aplicações que atendam o transporte de agroprodutos. A Guerra, com fábrica em Caxias do Sul, atuará em sintonia com a Rodofort, de Sumaré (SP), e produzirá ainda modelos basculantes e tanques para o segmento de veículos pesados.
A equipe responsável pela reativação da Guerra tem aproximadamente 100 profissionais, a maioria contratada na Serra Gaúcha. O bom estado do maquinário, mesmo há quatro anos inoperante, surpreendeu a direção. “A qualidade do serviço da equipe de manutenção foi um dos fatores que fez a diferença e nos permitiu manter o cronograma de trabalho”, assinala o executivo. A Rodofort arrematou as instalações e a marca da Guerra em leilão por aproximadamente R$ 95 milhões. Outros R$ 10 milhões estão sendo investidos para a retomada do negócio.
Conteúdo Publicitário
Leia também
Comentários CORRIGIR TEXTO