Surrealismo: movimento artístico vanguardista nascido na França da década de 1920, fortemente influenciado pelo mundo onírico do inconsciente. Mas, como estamos no Brasil da década de 2020, talvez o termo certo seja outro:
Sul-realismo. Mesma fonética, mesmo conceito, contextos completamente diferentes. A ideia é da
pesquisadora, violinista e compositora Clarissa Ferreira, que busca, neste projeto e em toda a sua trajetória artística,
repensar as tradições, os discursos e tudo o que compõe o Rio Grande do Sul real.
Assim nasceu o espetáculo
Sul-realismo, que sobe ao palco do
Teatro de Câmara Túlio Piva (Rua da República, 575),
neste fim de semana, entrelaçando música, tecnologia visual, moda autoral e artistas de diversas expressões. Como uma tela onde se cruzam tradição e invenção, a obra parte de uma pergunta que Clarissa carrega: “
como criar artisticamente a partir do Sul sem apenas repetir as imagens que historicamente foram construídas sobre ele?”. Para tentar respondê-la, o show terá três datas, com convidados especiais em cada um dos dias: acontece na
sexta (4) e sábado (5), às 20h, e domingo (6), às 18h. Os ingressos estão disponíveis no
Sympla, por valores a partir de R$ 30,00.