A Galeria Ecarta inaugura, nesta terça-feira (18), às 19h, uma nova programação que reúne diferentes linguagens da arte contemporânea e convida o público a percorrer territórios entre a fotografia, a inteligência artificial, a natureza, a poesia e o corpo em movimento. O evento de abertura é gratuito e contará com conversas com artistas e curadores a partir das 17h.
A programação reúne as exposições Ecologias como Fabulações, de Andréa Brächer; Nunca dês um nome a um rio: Sempre é outro rio a passar (Mario Quintana) – Amazônia/Rio Grande do Sul, de Dulce Helfer; além da instalação Nem todas as Palavras do mundo seriam suficientes, de Jordi Tasso, e a mostra da sétima edição do Festival Internacional de Videodança do RS (FIVRS). Com entrada franca, a programação permanece aberta à visitação até 20 de setembro, de terça a domingo, das 10h às 18h, inclusive nos feriados.
Em Ecologias como Fabulações, Andréa Brächer une, pela primeira vez, imagens generativas produzidas por Inteligência Artificial à cianotipia, processo fotográfico do século XIX, criando 20 obras que dão continuidade à sua pesquisa sobre florestas como espaços de fabulação. Já Dulce Helfer, em Nunca dês um nome a um rio: Sempre é outro rio a passar, aproxima paisagens do Rio Solimões e dos rios gaúchos por meio de fotografias em preto e branco e coloridas, somadas ao som das águas em uma experiência imersiva inspirada no poeta Mario Quintana; a mostra é resultado de uma trajetória de quase três décadas da fotógrafa no fotojornalismo e na fotografia artística.
Por fim, Jordi Tasso apresenta Nem todas as Palavras do mundo seriam suficientes, instalação que mescla poema neoconcreto, fotografias, escultura e objetos para investigar os limites entre verdade, mentira e narrativa. A obra marca a primeira de cinco exposições selecionadas por edital para o Projeto Potência e representa o retorno do artista ao circuito expositivo após um longo hiato.
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