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Publicada em 18 de Fevereiro de 2026 às 00:25

Arte como processo e resistência: Margs celebra 50 anos do coletivo Nervo Óptico

Margs celebra 50 anos da exposição-manifesto 'Nervo óptico' e da trajetória de Carlos Pasquetti

Margs celebra 50 anos da exposição-manifesto 'Nervo óptico' e da trajetória de Carlos Pasquetti

Acervo do Centro de Documentação e Pesquisa da Fundação Vera Chaves Barcellos/Divulgação/JC
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Adriana Lampert
Adriana Lampert Repórter
Cinco décadas após a emergência de um dos movimentos mais disruptivos das artes visuais gaúchas, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul - Margs (Praça da Alfândega, s/n°) revisita o legado do grupo de artistas que, entre 1976 e 1978, viria a ser denominado por Nervo Óptico e celebra a obra de Carlos Pasquetti, reafirmando a atualidade de suas provocações. O ciclo de exposições interligadas revisitam e resgatam marcos fundamentais da história institucional do Museu e da arte contemporânea no sul do Brasil, ao mesmo tempo em que fazem um resgate da "arte como processo" em um dos períodos mais rígidos da história brasileira – a ditadura militar.

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