Dirigido por Bob Bahlis, a peça Meu Amor, no Fim do Mundo conta a história de um casal que, diante de uma catástrofe climática devastadora, desafia a sobrevivência para viver uma história de amor. O espetáculo propõe uma reflexão sobre os limites da existência humana e a busca por significado em meio à destruição do planeta. Sua estreia está marcada para esta terça-feira (7), às 20h, no Teatro William Shakespeare da Casa de Espetáculos (rua Visconde do Rio Branco, 691). Os ingressos partem de R$ 40,00 no Sympla e a peça segue em cartaz até o dia 30 de janeiro, nas terças, quartas e quintas às 20h.
Com uma trama rápida e direta, a história se desenrola em uma hora, refletindo a urgência do nosso tempo. O espetáculo propõe uma reflexão sobre a felicidade, o amor, a liberdade e a manipulação da tecnologia nas nossas vidas. A peça apresenta dois sobreviventes de um projeto chamado Terra Nova, que preservou jovens adormecidos em bunkers por décadas, antes de um desastre climático que colocou em risco a existência da humanidade. Com a Terra novamente habitável, eles se veem obrigados a viver sob o controle de grandes corporações que os comandam de estações espaciais.
Em um mundo onde as conexões humanas são proibidas, os sobreviventes tiveram implantados um neuro-chip, que anula suas emoções. Porém, com uma tempestade solar, tudo muda. A peça divide-se em duas partes, onde os atores Frederico Vasques e Janaína Barbosa dançam ao som da trilha original composta por Paulo Inchauspe. A união encapsulada nos sentidos cria uma atmosfera quase espiritual, onde o amor se torna não apenas uma resistência ao apocalipse, mas uma realidade própria.
Com uma trama rápida e direta, a história se desenrola em uma hora, refletindo a urgência do nosso tempo. O espetáculo propõe uma reflexão sobre a felicidade, o amor, a liberdade e a manipulação da tecnologia nas nossas vidas. A peça apresenta dois sobreviventes de um projeto chamado Terra Nova, que preservou jovens adormecidos em bunkers por décadas, antes de um desastre climático que colocou em risco a existência da humanidade. Com a Terra novamente habitável, eles se veem obrigados a viver sob o controle de grandes corporações que os comandam de estações espaciais.
Em um mundo onde as conexões humanas são proibidas, os sobreviventes tiveram implantados um neuro-chip, que anula suas emoções. Porém, com uma tempestade solar, tudo muda. A peça divide-se em duas partes, onde os atores Frederico Vasques e Janaína Barbosa dançam ao som da trilha original composta por Paulo Inchauspe. A união encapsulada nos sentidos cria uma atmosfera quase espiritual, onde o amor se torna não apenas uma resistência ao apocalipse, mas uma realidade própria.