O cantautor Érico Moura foi convidado para representar o Brasil no 24:1900, um festival online que reunirá 24 artistas independentes de 24 fusos horários do planeta em 24 horas ininterruptas de música. O festival acontece neste sábado (21), às 18h de cada fuso horário, começando no meridiano de Greenwich, pelo link maestro.tv/241900live e ficará no ar até o dia 21 de janeiro. Os ingressos custam 15 libras (disponíveis no link do evento). Parte da renda será destinado aos Médicos Sem Fronteira que atuam nas zonas de guerra e a Music Venue Trust (MVT), uma organização de apoio a músicos independentes.
Idealizado pelos britânicos Mark Gee e Mike Young, da 122 Music Management, o 24:1900 nasceu para dar visibilidade às bandas, revelações e nomes consagrados da música indie em todo o mundo, como alternativa às plataformas tradicionais de streaming, oferecendo uma experiência musical ao vivo e diversificada.
Segundo Mark Gee, os artistas foram selecionados através da Xtreem Music – Bandcamp, uma plataforma que privilegia artistas indies que têm ao menos um álbum lançado. Além do Brasil, o público irá conhecer trabalhos de artistas do Alemanha, Argentina, Austrália, Cabo Verde, Canadá, Estados Unidos, França, Geórgia, Indonésia, Japão, Lituânia, México, Nova Zelândia, Reino Unido, Tailândia, Trinidade e Tobago e Ucrânia
Para o festival, Érico convidou Gian Becker (trompete, contrabaixo e backing vocal), Lorenzo Flach (guitarra), Luciano Granja (guitarra e violão) e Bruno Neves (bateria) para interpretar canções dos álbuns AMARÉ (2019) e Tudo é Processo (2021) e os quatro singles lançados em 2023: Arregaça, Gota D'Água, Cerveja com Diabo e Oração (pelo menos dois).
Com quatro álbuns lançados e um quinto álbum em fase de produção, Érico Moura reforça seu status como um artista independente emergente da música brasileira. A participação neste evento mundial não só marca um momento importante de sua carreira, mas também a ascensão de um nome da cena gaúcha cuja música vai além das expectativas e ressoa com públicos diversos, tanto no Brasil quanto no exterior.
Nascido em Porto Alegre em 1977, Érico sempre dividiu a carreira artística com a vida médica. Psiquiatria especialista em Psicoterapia de Orientação Psicanalítica, com Mestrado (2010) e Doutorado (2017) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Começou a compor ainda criança e, aos 13 anos, ganhou sua primeira guitarra. Em 1994, iniciou sua carreira musical no Coro do Projeto Prelúdio (UFRGS), passando depois pelo Coro dos Contrários em 1999 e 2000, quando formou a banda Universo Colorido, em parceria com o produtor musical Marcelo Fruet.
Segundo Mark Gee, os artistas foram selecionados através da Xtreem Music – Bandcamp, uma plataforma que privilegia artistas indies que têm ao menos um álbum lançado. Além do Brasil, o público irá conhecer trabalhos de artistas do Alemanha, Argentina, Austrália, Cabo Verde, Canadá, Estados Unidos, França, Geórgia, Indonésia, Japão, Lituânia, México, Nova Zelândia, Reino Unido, Tailândia, Trinidade e Tobago e Ucrânia
Para o festival, Érico convidou Gian Becker (trompete, contrabaixo e backing vocal), Lorenzo Flach (guitarra), Luciano Granja (guitarra e violão) e Bruno Neves (bateria) para interpretar canções dos álbuns AMARÉ (2019) e Tudo é Processo (2021) e os quatro singles lançados em 2023: Arregaça, Gota D'Água, Cerveja com Diabo e Oração (pelo menos dois).
Com quatro álbuns lançados e um quinto álbum em fase de produção, Érico Moura reforça seu status como um artista independente emergente da música brasileira. A participação neste evento mundial não só marca um momento importante de sua carreira, mas também a ascensão de um nome da cena gaúcha cuja música vai além das expectativas e ressoa com públicos diversos, tanto no Brasil quanto no exterior.
Nascido em Porto Alegre em 1977, Érico sempre dividiu a carreira artística com a vida médica. Psiquiatria especialista em Psicoterapia de Orientação Psicanalítica, com Mestrado (2010) e Doutorado (2017) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Começou a compor ainda criança e, aos 13 anos, ganhou sua primeira guitarra. Em 1994, iniciou sua carreira musical no Coro do Projeto Prelúdio (UFRGS), passando depois pelo Coro dos Contrários em 1999 e 2000, quando formou a banda Universo Colorido, em parceria com o produtor musical Marcelo Fruet.