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Publicada em 16 de Dezembro de 2024 às 01:25

Obras sacras e natalinas no Terça lírica

Cors faz apresentação gratuita nesta terça-feira, no hall do Palácio da Justiça

Cors faz apresentação gratuita nesta terça-feira, no hall do Palácio da Justiça

VITORIA PROENÇA/DIVULGAÇÃO/JC
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A temporada 2024 do Memorial do Judiciário Gaúcho no Palácio da Justiça (Praça Mal. Deodoro, 55) encerra nesta terça-feira, com a série Terça lírica -Especial de Natal.
A temporada 2024 do Memorial do Judiciário Gaúcho no Palácio da Justiça (Praça Mal. Deodoro, 55) encerra nesta terça-feira, com a série Terça lírica -Especial de Natal.
 O concerto da Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul (Cors) acontece às 19h, com entrada franca, no hall de entrada do prédio, que é um ícone da arquitetura modernista em Porto Alegre. 
Com direção artística de Flávio Leite, o time de solistas contará com as sopranos Raquel Fortes e Andiara Mumbach, o tenor Adolfo Amaral e o baixo Bruno Mezzomo. No repertório, o grupo executará obras sacras e natalinas de Adolphe Charles Adam, Charles Gounnod Antonio Vivaldi, Franz Schubert, Franz Xaver Gruber e Georg Friedrich Haendel.

Morte e culturas ancestrais

O espetáculo Uma dança para a morte, do Grupo de Danças Populares Andanças, estreia nesta terça-feira, com duas sessões (às 18h30min e às 20h) no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736). Na quarta-feira, a montagem estará na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura (av. Erico Verissimo, 307), com sessão única, às 20h. 
Com direção e coreografia de Cláudia Dutra e Clóvis Rocha, e iluminação de Karrah, o espetáculo convida o público a refletir sobre a inevitabilidade da morte e a celebrar a vida, destacando a beleza dos rituais e a diversidade dos corpos, e resgatando culturas ancestrais que são a identidade de cada povo. 
Criado em Porto Alegre em 1999 como um projeto de extensão da Ufrgs, o Grupo Andanças trabalha a importância do folclore em suas criações.

Cruzando o espaço, para além do tempo

O dançarino, coreógrafo e professor Marco Bocão encerra a temporada de Remix na roda nesta terça-feira, no Zona Cultural (av. Alberto Bins, 900). A entrada é gratuita, mediante retirada de ingressos pela plataforma Sympla.
O espetáculo dançante mistura encontro, aula e festa, celebrando memórias negras e a criação autoral em dança.
Bocão mostra um corpo que carrega registros de uma época que transpassa os anos 1980, 1990 e 2000 até sua incursão no campo acadêmico, "cruzando o espaço, para além do tempo". Remix é um termo que se aplica ao hibridismo que reflete sobre as trocas culturais e a miscigenação para fusões raciais, originalmente, aplicado à música

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