Em novembro, estreia no Theatro São Pedro (Praça Mal. Deodoro, s/n) a ópera-tango Maria Buenos Aires, de Astor Piazzolla. Esta é a primeira vez que a montagem será encenada em Porto Alegre. A iniciativa é do maestro Tiago Flores, da Orquestra de Câmara da Ulbra, e do músico Carlos Rodriguez, que assina a concepção cênica e direção artística. O espetáculo terá três apresentações no final de semana: às 20h na sexta (15) e sábado (16), e às 18h no domingo (17). Os ingressos estão disponíveis no site do Theatro, a partir de R$50,00. No elenco estarão Camila Umpiérrez, interpretando María; Guilherme Roman (Jibrail /narrador), Francis Padilha (Iscar) e Jou Bennemann (Magdalena).
Maria Buenos Aires é um espetáculo teatral, o primeiro do gênero ópera-tango, ou operita, do compositor argentino. Estreou em Buenos Aires em maio de 1968, com libreto escrito por Horacio Ferrer. A obra mescla múltiplos estilos musicais, do tango ao jazz, e narra a história de María, uma prostituta do subúrbio da cidade. Com personagens típicos e cenas do cotidiano, a montagem conduz o público em uma jornada pela noite da capital argentina.
Na concepção do diretor Carlos Rodriguez, que vem se destacando por suas montagens provocativas e comprometidas com questões importantes do nosso tempo, María de Buenos Aires é um olhar crítico sobre as desigualdades atuais, por meio de metáforas e parábolas. Em María, acompanhando a trajetória de uma jovem seduzida pelo "esplendor" da cidade grande e transformada em prostituta, Rodriguez nos traz uma visão sensível sobre a vinda do messias, numa releitura que mistura várias vertentes religiosas e filosóficas sobre o divino que habita em cada um de nós.
Maria Buenos Aires é um espetáculo teatral, o primeiro do gênero ópera-tango, ou operita, do compositor argentino. Estreou em Buenos Aires em maio de 1968, com libreto escrito por Horacio Ferrer. A obra mescla múltiplos estilos musicais, do tango ao jazz, e narra a história de María, uma prostituta do subúrbio da cidade. Com personagens típicos e cenas do cotidiano, a montagem conduz o público em uma jornada pela noite da capital argentina.
Na concepção do diretor Carlos Rodriguez, que vem se destacando por suas montagens provocativas e comprometidas com questões importantes do nosso tempo, María de Buenos Aires é um olhar crítico sobre as desigualdades atuais, por meio de metáforas e parábolas. Em María, acompanhando a trajetória de uma jovem seduzida pelo "esplendor" da cidade grande e transformada em prostituta, Rodriguez nos traz uma visão sensível sobre a vinda do messias, numa releitura que mistura várias vertentes religiosas e filosóficas sobre o divino que habita em cada um de nós.