ATUALIZAÇÃO (14h34min): Um dos atores do espetáculo Croquette com Suco foi diagnosticado com Covid-19. Os demais integrantes da equipe foram testados e os exames tiveram resultado negativo. Em função disso, a estreia da peça 'Croquette com Suco' será transferida para o dia 24 de outubro. A matéria foi atualizada para refletir a mudança.
A nova produção da Cia. Rústica, Croquette com Suco — um cabaré delícia é uma homenagem aos artistas na noite LGBTQIA+. A peça terá uma série de sessões, de 24 a 27 de outubro, de quintas-feiras a sábados às 20h e domingos às 19h, na Zona Cultural (av. Alberto Bins, 900). Os ingressos custam de R$30,00 a R$60,00 e estão à venda na plataforma Sympla. A produção marca a estreia do ator Heinz Limaverde como diretor teatral.
Em clima de cabaré, a montagem terá música ao vivo, dublagem, plumas e purpurinas, humor e poesia. O primeiro ato será marcado por homenagens a Dandara Rangel, Rebecca MacDonald e Nega Lu, pioneiras dos palcos gaúchos que já faleceram. A peça atua como um grito contra o preconceito, a violência e a exclusão. São corpos em festa, defendendo a alegria como uma trincheira.
Em cena, haverá uma celebração das múltiplas contribuições de artistas travestis e gays na cultura brasileira, assim como aquelas que influenciaram gerações, como Vanusa, Clara Nunes, Alcione e Carmen Miranda. O roteiro inclui também histórias da noite transviada de Porto Alegre e do elenco, formado por Gisela Habeyche, Phill, Estrela Dinn, Eulália e Tiago Jorej.
A equipe conta ainda com Patrícia Fagundes (composição dramatúrgica, juntamente com Heinz Limaverde), Saionara Sosa (coreografias), Simone Rasslan (arranjos sonoros e preparação vocal), Eduardo Kramer (iluminação), Diego Steffani (cenário e figurinos), Alexandre Agnes (operação de som e apoio à direção). A produção é assinada por Patrícia Fagundes, Diego Nardi, Phill e Andrielli Machado.
Em clima de cabaré, a montagem terá música ao vivo, dublagem, plumas e purpurinas, humor e poesia. O primeiro ato será marcado por homenagens a Dandara Rangel, Rebecca MacDonald e Nega Lu, pioneiras dos palcos gaúchos que já faleceram. A peça atua como um grito contra o preconceito, a violência e a exclusão. São corpos em festa, defendendo a alegria como uma trincheira.
Em cena, haverá uma celebração das múltiplas contribuições de artistas travestis e gays na cultura brasileira, assim como aquelas que influenciaram gerações, como Vanusa, Clara Nunes, Alcione e Carmen Miranda. O roteiro inclui também histórias da noite transviada de Porto Alegre e do elenco, formado por Gisela Habeyche, Phill, Estrela Dinn, Eulália e Tiago Jorej.
A equipe conta ainda com Patrícia Fagundes (composição dramatúrgica, juntamente com Heinz Limaverde), Saionara Sosa (coreografias), Simone Rasslan (arranjos sonoros e preparação vocal), Eduardo Kramer (iluminação), Diego Steffani (cenário e figurinos), Alexandre Agnes (operação de som e apoio à direção). A produção é assinada por Patrícia Fagundes, Diego Nardi, Phill e Andrielli Machado.