Conhecido por coberturas internacionais como o terremoto no Chile em 2010 e o tsunami no Japão em 2011, o jornalista gaúcho Daniel Scola narra na obra Aluno da tempestade (Citadel Grupo Editorial, 224 páginas, R$54,90) o fato que mais impactou sua vida: a descoberta de um câncer raro em adultos. O meduloblastoma é um tumor maligno que afeta o equilíbrio do corpo e, no caso do jornalista, comprometeu também a fala. E assim, no auge dos 30 anos de carreira, o jornalista precisou deixar os microfones para enfrentar uma odisseia em busca da cura. O lançamento da obra acontece nesta terça-feira (24), das 18h às 21h, no Foyer Nobre do Theatro São Pedro (Praça Mal. Deodoro, s/n). A entrada é franca.
Neste lançamento, o autor vai além da luta pela saúde física e faz um resgate dos momentos que marcaram a carreira como jornalista. Entre as memórias divididas com os leitores estão a entrevista com Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque e o encontro com Papa Francisco, exatos 10 anos após a cobertura do conclave que escolheu o argentino para o cargo máximo da Igreja Católica. Com inspiração no estilo narrativo inspirado em grandes nomes da literatura, o jornalista acrescenta ao livro pitadas da própria personalidade ao presentear o leitor com trechos de músicas e incorporar analogias de clássicos da literatura aos próprios relatos.
Entre os raios e trovões que transformaram a vida do jornalista em uma imensa tempestade, o gaúcho compartilha os aprendizados que fizeram com que o velho Scola ficasse para trás, para que um novo tomasse lugar. Para o autor, a possibilidade de ajudar alguém por meio do livro, equivale a receber um Prêmio Esso – o Oscar do jornalismo brasileiro.
Neste lançamento, o autor vai além da luta pela saúde física e faz um resgate dos momentos que marcaram a carreira como jornalista. Entre as memórias divididas com os leitores estão a entrevista com Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque e o encontro com Papa Francisco, exatos 10 anos após a cobertura do conclave que escolheu o argentino para o cargo máximo da Igreja Católica. Com inspiração no estilo narrativo inspirado em grandes nomes da literatura, o jornalista acrescenta ao livro pitadas da própria personalidade ao presentear o leitor com trechos de músicas e incorporar analogias de clássicos da literatura aos próprios relatos.
Entre os raios e trovões que transformaram a vida do jornalista em uma imensa tempestade, o gaúcho compartilha os aprendizados que fizeram com que o velho Scola ficasse para trás, para que um novo tomasse lugar. Para o autor, a possibilidade de ajudar alguém por meio do livro, equivale a receber um Prêmio Esso – o Oscar do jornalismo brasileiro.