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Publicada em 17 de Setembro de 2024 às 08:18

Sala Redenção exibe documentário premiado sobre mulheres indígenas brasileiras

Kunhã Karaí e as Narrativas da Terra será exibido na Sala Redenção

Kunhã Karaí e as Narrativas da Terra será exibido na Sala Redenção

PAOLA MALLMANN/DIVULGAÇÃO/JC
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Nesta quinta-feira (19), às 19h, a Sala Redenção (rua Eng. Luiz Englert, 333) recebe uma sessão única do documentário nacional Kunhã Karaí e as Narrativas da Terra. Lançado em 2022 e dirigido pela gaúcha Paola Mallmann, o filme levou três prêmios na 4º Mostra Humberto Mauro - O Pai do Cinema Brasileiro: Melhor Trilha Musical, Melhor Roteiro e Melhor Filme Documentário. A exibição é seguida de conversa com a diretora, e possui entrada franca. Na data da sessão será realizada uma arrecadação de alimentos e também exposição e venda de artesanatos indígenas.Kunhã Karaí e as Narrativas da Terra é uma incursão nas vidas de mulheres indígenas brasileiras, cujas trajetórias são marcadas pela luta e pela cura, revelando a profundidade de suas conexões com o território e a memória ancestral do Brasil. O filme coloca em evidência o protagonismo feminino na defesa dos direitos originários, abordando questões cruciais como as mudanças climáticas e a preservação ambiental. Em um momento de crescente crise climática, a obra se torna ainda mais relevante, juntamente com a conversa após a exibição, que pretende oferecer uma reflexão sobre a renovação dos modos de ser humano, destacando a importância de uma relação harmônica com a natureza e a valorização dos saberes tradicionais.KUNHÃ KARAÍ E AS NARRATIVAS DA TERRA(dir. Paola Mallmann | Brasil | 2022 | 105 min | Documentário | Classificação Livre)O filme é uma aproximação com a história de vida de mulheres indígenas brasileiras, em que processos de luta e cura permeiam suas trajetórias como lideranças. Entre sonhos, elementos da cosmovisão ameríndia, memórias e desejos, reconhecemos a autenticidade de suas relações com o território e a memória brasileira. O protagonismo feminino indígena, na atuação coletiva em defesa dos direitos originários, perpassa o debate sobre mudanças climáticas, são elementos que apontam caminhos na busca de reconexão com a ancestralidade e iluminam perspectivas e valores fundamentais para a renovação dos modos de ser humano e suas relações com a natureza.
Nesta quinta-feira (19), às 19h, a Sala Redenção (rua Eng. Luiz Englert, 333) recebe uma sessão única do documentário nacional Kunhã Karaí e as Narrativas da Terra. Lançado em 2022 e dirigido pela gaúcha Paola Mallmann, o filme levou três prêmios na 4º Mostra Humberto Mauro - O Pai do Cinema Brasileiro: Melhor Trilha Musical, Melhor Roteiro e Melhor Filme Documentário. A exibição é seguida de conversa com a diretora, e possui entrada franca. Na data da sessão será realizada uma arrecadação de alimentos e também exposição e venda de artesanatos indígenas.

Kunhã Karaí e as Narrativas da Terra é uma incursão nas vidas de mulheres indígenas brasileiras, cujas trajetórias são marcadas pela luta e pela cura, revelando a profundidade de suas conexões com o território e a memória ancestral do Brasil. O filme coloca em evidência o protagonismo feminino na defesa dos direitos originários, abordando questões cruciais como as mudanças climáticas e a preservação ambiental. Em um momento de crescente crise climática, a obra se torna ainda mais relevante, juntamente com a conversa após a exibição, que pretende oferecer uma reflexão sobre a renovação dos modos de ser humano, destacando a importância de uma relação harmônica com a natureza e a valorização dos saberes tradicionais.

KUNHÃ KARAÍ E AS NARRATIVAS DA TERRA
(dir. Paola Mallmann | Brasil | 2022 | 105 min | Documentário | Classificação Livre)
O filme é uma aproximação com a história de vida de mulheres indígenas brasileiras, em que processos de luta e cura permeiam suas trajetórias como lideranças. Entre sonhos, elementos da cosmovisão ameríndia, memórias e desejos, reconhecemos a autenticidade de suas relações com o território e a memória brasileira. O protagonismo feminino indígena, na atuação coletiva em defesa dos direitos originários, perpassa o debate sobre mudanças climáticas, são elementos que apontam caminhos na busca de reconexão com a ancestralidade e iluminam perspectivas e valores fundamentais para a renovação dos modos de ser humano e suas relações com a natureza.

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