A memória afetiva de uma pessoa, em determinados casos, é o que mais a tranquiliza. Relembrar vivências, pessoas e lugares especiais costuma ser revitalizador para a mente e o coração. Por vezes, foi a memória afetiva que guiou Duda Fortuna durante o processo criativo de Dual, seu novo álbum. Seu lançamento ocorre nesta sexta-feira (13), em todas as plataformas digitais, e o show de apresentação da obra ocorre no dia 5 de outubro no Auditório Luis Cosme da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736). Mais informações sobre o horário serão divulgadas em breve.
Com diversas participações e “feito à muitas mãos”, como Duda exemplifica, o álbum levou cerca de dois anos para ser produzido do início ao fim. Com mais de cinco participações de artistas admirados por Duda, as onze músicas possuem letras de Fatima Farias, Logã, Raul Ellwanger, J. Fidelix, King Jim, Fidel do Trem e claro, Duda.
Dual ainda traz importantes parceiros, entre músicos e produtores, todos com larga experiência na cena musical brasileira: Marcelo Fruet, Vini Cordeiro, Cau Neto, Ana Lima, Marcelo Callado, Marcelo Granja, entre tantos outros. Ele confessa que a proximidade com as pessoas possui um grande peso na escolha das parcerias: “normalmente são pessoas que de alguma forma me conecto, muito provavelmente por afeto, mas também por trabalhar junto e por admirar o trabalho deles”.
E esse suco de muitas frutas é o que torna tudo ainda mais plural. Afinal, de acordo com Duda, “isso acaba gerando características específicas de cada um, que se traduz na sonoridade de cada um, tornando tudo mais bonito”. O terceiro disco do artista pretende deixar claro que a diversidade e a pluralidade de ideias pode ter um resultado surpreendente. “Tem músicas ali que a gente não sabe nem exatamente em qual prateleira colocar”. Em uma delas, Duda confessa que a ideia inicial era um rock, mas que com a sugestão de um dos produtores sobre o tom da bateria, a mesma se tornou um standard jazz, transformando a faixa por completo.
Na canção de abertura do álbum, Milonga Quero-Quero, a letra de Fatima Farias resgata as memórias da compositora em sua terra natal, Bagé, com arranjo de violão de Ana Lima, conterrânea da Rainha da Fronteira. As referências ao sul se ampliam em Hola, poema em espanhol escrito e musicado por Duda, em um processo criativo que fugiu de sua zona de conforto, com participação de Leo Sosa e Santiago Santos.
Quando o assunto é diversidade em um só som, Na Cabeça é uma união dos pensamentos de Duda, letras de King Jim e participação do rapper Fidel do Trem. Duda conta que tudo começou em uma longa viagem de ônibus, onde pensamentos intrusivos invadiram a mente do cantor, deixando aquela inquietação por algum tempo. Fortuna observa, também, que “o rap tem um pouco daquilo que o rock já foi, de botar o dedo na ferida, de mostrar as coisas de uma forma mais crua”, e essa é a proposta da canção.
Ao conhecer a vida do artista fica ainda mais fácil entender a proposta de pluralidade do terceiro disco. Nascido em Porto Alegre, Duda Fortuna é cantor e compositor, com dedos na literatura, poesia e na produção de podcasts. Ele abriu o show da banda Mundo Livre S.A. e apresentou seu trabalho autoral no palco do mítico Beco das Garrafas no Rio de Janeiro, cidade que ganhou seu coração e três canções no novo lançamento.
As expectativas do cantor com o lançamento de Dual são altas, e sua ideia é seguir o tom de pluralidade e de mensagens escondidas em canções. “O meu trabalho acaba sempre se dirigindo para esse momento de tentar não ser tão específico em certas coisas, falando sobre pessoas, lugares e pessoas nas entrelinhas”. Dual promete letras, poesias, músicas e histórias para contar, seja de quem for. Geminiano, Duda Fortuna não soube escolher sua faixa preferida do disco. Afinal, um álbum que reflete tanta pluralidade tem o poder de tocar em todos os cantos de nossos pensamentos. E encantar um público tão plural quanto.
Com diversas participações e “feito à muitas mãos”, como Duda exemplifica, o álbum levou cerca de dois anos para ser produzido do início ao fim. Com mais de cinco participações de artistas admirados por Duda, as onze músicas possuem letras de Fatima Farias, Logã, Raul Ellwanger, J. Fidelix, King Jim, Fidel do Trem e claro, Duda.
Dual ainda traz importantes parceiros, entre músicos e produtores, todos com larga experiência na cena musical brasileira: Marcelo Fruet, Vini Cordeiro, Cau Neto, Ana Lima, Marcelo Callado, Marcelo Granja, entre tantos outros. Ele confessa que a proximidade com as pessoas possui um grande peso na escolha das parcerias: “normalmente são pessoas que de alguma forma me conecto, muito provavelmente por afeto, mas também por trabalhar junto e por admirar o trabalho deles”.
E esse suco de muitas frutas é o que torna tudo ainda mais plural. Afinal, de acordo com Duda, “isso acaba gerando características específicas de cada um, que se traduz na sonoridade de cada um, tornando tudo mais bonito”. O terceiro disco do artista pretende deixar claro que a diversidade e a pluralidade de ideias pode ter um resultado surpreendente. “Tem músicas ali que a gente não sabe nem exatamente em qual prateleira colocar”. Em uma delas, Duda confessa que a ideia inicial era um rock, mas que com a sugestão de um dos produtores sobre o tom da bateria, a mesma se tornou um standard jazz, transformando a faixa por completo.
Na canção de abertura do álbum, Milonga Quero-Quero, a letra de Fatima Farias resgata as memórias da compositora em sua terra natal, Bagé, com arranjo de violão de Ana Lima, conterrânea da Rainha da Fronteira. As referências ao sul se ampliam em Hola, poema em espanhol escrito e musicado por Duda, em um processo criativo que fugiu de sua zona de conforto, com participação de Leo Sosa e Santiago Santos.
Quando o assunto é diversidade em um só som, Na Cabeça é uma união dos pensamentos de Duda, letras de King Jim e participação do rapper Fidel do Trem. Duda conta que tudo começou em uma longa viagem de ônibus, onde pensamentos intrusivos invadiram a mente do cantor, deixando aquela inquietação por algum tempo. Fortuna observa, também, que “o rap tem um pouco daquilo que o rock já foi, de botar o dedo na ferida, de mostrar as coisas de uma forma mais crua”, e essa é a proposta da canção.
Ao conhecer a vida do artista fica ainda mais fácil entender a proposta de pluralidade do terceiro disco. Nascido em Porto Alegre, Duda Fortuna é cantor e compositor, com dedos na literatura, poesia e na produção de podcasts. Ele abriu o show da banda Mundo Livre S.A. e apresentou seu trabalho autoral no palco do mítico Beco das Garrafas no Rio de Janeiro, cidade que ganhou seu coração e três canções no novo lançamento.
As expectativas do cantor com o lançamento de Dual são altas, e sua ideia é seguir o tom de pluralidade e de mensagens escondidas em canções. “O meu trabalho acaba sempre se dirigindo para esse momento de tentar não ser tão específico em certas coisas, falando sobre pessoas, lugares e pessoas nas entrelinhas”. Dual promete letras, poesias, músicas e histórias para contar, seja de quem for. Geminiano, Duda Fortuna não soube escolher sua faixa preferida do disco. Afinal, um álbum que reflete tanta pluralidade tem o poder de tocar em todos os cantos de nossos pensamentos. E encantar um público tão plural quanto.