Com temática feminista e anti-idadista, Velha D+ é um monólogo que trata de questões sobre o envelhecimento na mulher e pressões sociais. Teatro, música e dança compõem a performance da atriz Fera Carvalho Leite, com direção de Bob Bahlis. A peça está com suas apresentações contadas, depois de uma temporada repleta de celebrações, como a 100ª apresentação. Neste final de semana, o Espaço Livre (av. Cristóvão Colombo, 901) receberá três sessões: quinta-feira (27), sexta-feira (28) e sábado (29), todas às 19h. Ainda restam poucos ingressos disponíveis, apenas para quinta e sábado, que devem ser reservados através do telefone WhatsApp 51 99192-9572. Os ingressos custam R$120,00, mas possuem meia-entrada para 60+, estudantes, professores, clientes Unimed e classe artística.
Velha D+ é um monólogo com a atriz Fera Carvalho Leite. A partir do texto original de Bob Bahlis e de inspirações em Clarissa Pinkola Estés (Ciranda das Mulheres Sábias), Naomi Wolf (O Mito da Beleza), Anne Kaupf (Como Envelhecer), Miriam Goldenberg (A Invenção de Uma Bela Velhice), e Madonna, a peça trata de questões relacionadas ao preconceito de idade, a vida profissional x maternidade e tantas outras pressões que as mulheres sofrem ao amadurecer numa sociedade machista e idadista.
Velha D+ é um monólogo com a atriz Fera Carvalho Leite. A partir do texto original de Bob Bahlis e de inspirações em Clarissa Pinkola Estés (Ciranda das Mulheres Sábias), Naomi Wolf (O Mito da Beleza), Anne Kaupf (Como Envelhecer), Miriam Goldenberg (A Invenção de Uma Bela Velhice), e Madonna, a peça trata de questões relacionadas ao preconceito de idade, a vida profissional x maternidade e tantas outras pressões que as mulheres sofrem ao amadurecer numa sociedade machista e idadista.
SINOPSE
Ella, que está com mais de 40 anos, num casamento que sobreviveu à pandemia e vive o luto pela perda da avó vítima da COVID-19, vai até a casa na floresta onde foi criada pela avó e reflete sobre a perigosa distância que existe entre o que sente com a passagem do tempo e o que está de fato preparada em relação à isso. Uma história de uma família de mulheres e um retorno ao refúgio da herança familiar a leva ao encontro com sua alma ancestral e seu espírito jovem e selvagem na busca de sua identidade e de uma bênção para ser quem ela é. Um ritual, uma cura, um movimento para dentro de si para então seguir adiante melhor, mais livre, mais feliz.
Ella, que está com mais de 40 anos, num casamento que sobreviveu à pandemia e vive o luto pela perda da avó vítima da COVID-19, vai até a casa na floresta onde foi criada pela avó e reflete sobre a perigosa distância que existe entre o que sente com a passagem do tempo e o que está de fato preparada em relação à isso. Uma história de uma família de mulheres e um retorno ao refúgio da herança familiar a leva ao encontro com sua alma ancestral e seu espírito jovem e selvagem na busca de sua identidade e de uma bênção para ser quem ela é. Um ritual, uma cura, um movimento para dentro de si para então seguir adiante melhor, mais livre, mais feliz.