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Publicada em 30 de Maio de 2024 às 10:56

Projeto Viva Cinemateca recupera e digitaliza filmes antigos brasileiros

Cinemateca Brasileira digitalizou filmes mais antigos e frágeis do acervo

Cinemateca Brasileira digitalizou filmes mais antigos e frágeis do acervo

DANIELA MATIAS E DANIEL DANTAS/DIVULGAÇÃO/JC
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Pela primeira vez em sua história, a Cinemateca Brasileira recuperou, catalogou e digitalizou 1.893 filmes de sua coleção em nitrato de celulose: a parcela mais antiga e frágil do acervo da instituição. Algumas das obras estarão disponíveis gratuitamente no Banco de Conteúdos Culturais (BCC) e no site da Cinemateca Brasileira. A iniciativa faz parte do Viva Cinemateca, que abrange projetos voltados à recuperação de importantes acervos.A coleção de Nitratos da Cinemateca Brasileira foi formada por títulos sobreviventes advindos de arquivos e cinematecas de todo o país. Entre as obras recuperadas pelo projeto estão Barulho na Universidade (1943), filme de Watson Macedo dado como perdido; Ceremônias e Festa da Igreja em S. Maria, documentário mais antigo do acervo, filmado em 1909; Apuros de Genésio, filme de 1940 que será exibido no Festival de Filmes Silenciosos de Pordenone, em outubro; e Amazônia e Rio Exposição de 1922, uma compilação de imagens feitas por Silvino Santos entre 1919 e 1926 na região Norte do país e na então capital federal. As películas em nitrato de celulose, que eram utilizadas nos primeiros anos da indústria cinematográfica, são materiais extremamente delicados e que podem entrar em autocombustão. Foram eles os responsáveis por quatro incêndios da história da Cinemateca: 1957, 1969, 1982 e 2016. Para essa iniciativa, foram contratados 30 pesquisadores e técnicos de preservação e documentação de todo o país, que trabalharam por dois anos recuperando 3.392 rolos de filmes - cinejornais, documentários, filmes de ficção, domésticos e publicidade. A maioria dessa equipe foi posteriormente incorporada ao quadro de funcionários da instituição.
Pela primeira vez em sua história, a Cinemateca Brasileira recuperou, catalogou e digitalizou 1.893 filmes de sua coleção em nitrato de celulose: a parcela mais antiga e frágil do acervo da instituição. Algumas das obras estarão disponíveis gratuitamente no Banco de Conteúdos Culturais (BCC) e no site da Cinemateca Brasileira. A iniciativa faz parte do Viva Cinemateca, que abrange projetos voltados à recuperação de importantes acervos.

A coleção de Nitratos da Cinemateca Brasileira foi formada por títulos sobreviventes advindos de arquivos e cinematecas de todo o país. Entre as obras recuperadas pelo projeto estão Barulho na Universidade (1943), filme de Watson Macedo dado como perdido; Ceremônias e Festa da Igreja em S. Maria, documentário mais antigo do acervo, filmado em 1909; Apuros de Genésio, filme de 1940 que será exibido no Festival de Filmes Silenciosos de Pordenone, em outubro; e Amazônia e Rio Exposição de 1922, uma compilação de imagens feitas por Silvino Santos entre 1919 e 1926 na região Norte do país e na então capital federal.

As películas em nitrato de celulose, que eram utilizadas nos primeiros anos da indústria cinematográfica, são materiais extremamente delicados e que podem entrar em autocombustão. Foram eles os responsáveis por quatro incêndios da história da Cinemateca: 1957, 1969, 1982 e 2016. Para essa iniciativa, foram contratados 30 pesquisadores e técnicos de preservação e documentação de todo o país, que trabalharam por dois anos recuperando 3.392 rolos de filmes - cinejornais, documentários, filmes de ficção, domésticos e publicidade. A maioria dessa equipe foi posteriormente incorporada ao quadro de funcionários da instituição.

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