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- Publicada em 10 de Agosto de 2023 às 16:55

Casa de Cultura recebe o evento Mulheres Biomas, produzido e realizado por mulheres Kaingang e Mbyá-Guarani

Sexta (11), tem o espetáculo Terra Adorada, fazendo crítica à sociedade não-indígena e sábado (12), exposição de arte indígena

Sexta (11), tem o espetáculo Terra Adorada, fazendo crítica à sociedade não-indígena e sábado (12), exposição de arte indígena


gustavo baggio/divulgação/jc
A Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736) recebe, nesta sexta (11) e sábado (12), o evento Mulheres Biomas – articulação para a III Marcha das Mulheres Indígenas. Na noite de sexta-feira, às 19h, ocorre a apresentação do espetáculo Terra Adorada, seguido de uma conversa sobre a articulação das mulheres Kaingang em prol da garantia dos seus direitos. No sábado, às 10h, haverá uma exposição de arte das mulheres Kaingang e Mbyá-Guarani na Travessa Rua dos Cataventos. Produzido e realizado pela Complô Cunhã, as atividades fazem parte das ações para divulgar e buscar apoio para a marcha, em Brasília, no mês de setembro. Os ingressos para o espetáculo de sexta estão à venda na Sympla, a partir de R$ 15,00. A exposição é gratuita. O espetáculo Terra Adorada estreou em 2019 e foi indicado ao Troféu Açorianos de Melhor Dramaturgia de 2019 e ao segundo lugar em Melhor Espetáculo no Prêmio Braskem em Cena 2020. A obra é resultado de uma pesquisa iniciada em 2016 por Ana Luiza da Silva. Depois de vivenciar o cotidiano em terras Kaingang e Mbyá-Guarani no RS, acompanhar mobilizações, se aproximar da luta dos povos indígenas pela preservação de seus direitos e começar a reconhecer sua ancestralidade Kaingang, Ana mergulhou na criação do espetáculo que faz uma crítica à sociedade não indígena.Após a apresentação de Terra Adorada, haverá uma roda de conversa com Sueli Khey Kaingang, Vilmara da Silva e Ana Luiza da Silva a respeito da articulação das mulheres Kaingang pela garantia de seus direitos. Sueli Khey Kaingang é técnica de enfermagem, artesã, palestrante e ativista. Ela faz parte da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA), e organizou as três primeiras marchas das mulheres indígenas. Vilmara da Silva é artesã, mulher kam das marcas clânicas kaingang. Ana Luiza da Silva é artista, produtora cultural e mestiça, com raízes do povo Kaingang.
A Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736) recebe, nesta sexta (11) e sábado (12), o evento Mulheres Biomas – articulação para a III Marcha das Mulheres Indígenas. Na noite de sexta-feira, às 19h, ocorre a apresentação do espetáculo Terra Adorada, seguido de uma conversa sobre a articulação das mulheres Kaingang em prol da garantia dos seus direitos. No sábado, às 10h, haverá uma exposição de arte das mulheres Kaingang e Mbyá-Guarani na Travessa Rua dos Cataventos. Produzido e realizado pela Complô Cunhã, as atividades fazem parte das ações para divulgar e buscar apoio para a marcha, em Brasília, no mês de setembro. Os ingressos para o espetáculo de sexta estão à venda na Sympla, a partir de R$ 15,00. A exposição é gratuita.

O espetáculo Terra Adorada estreou em 2019 e foi indicado ao Troféu Açorianos de Melhor Dramaturgia de 2019 e ao segundo lugar em Melhor Espetáculo no Prêmio Braskem em Cena 2020. A obra é resultado de uma pesquisa iniciada em 2016 por Ana Luiza da Silva. Depois de vivenciar o cotidiano em terras Kaingang e Mbyá-Guarani no RS, acompanhar mobilizações, se aproximar da luta dos povos indígenas pela preservação de seus direitos e começar a reconhecer sua ancestralidade Kaingang, Ana mergulhou na criação do espetáculo que faz uma crítica à sociedade não indígena.

Após a apresentação de Terra Adorada, haverá uma roda de conversa com Sueli Khey Kaingang, Vilmara da Silva e Ana Luiza da Silva a respeito da articulação das mulheres Kaingang pela garantia de seus direitos. Sueli Khey Kaingang é técnica de enfermagem, artesã, palestrante e ativista. Ela faz parte da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA), e organizou as três primeiras marchas das mulheres indígenas. Vilmara da Silva é artesã, mulher kam das marcas clânicas kaingang. Ana Luiza da Silva é artista, produtora cultural e mestiça, com raízes do povo Kaingang.