O ator e diretor gaúcho Sérgio Etchichury morreu, aos 62 anos, na manhã desta quinta-feira (20), em Berlim, na Alemanha. Segundo amigos, o artista passou mal em casa por uma dissecção na aorta e foi levado ao hospital, onde recebeu atendimento, mas não resistiu.
O corpo será velado e cremado em Berlim, onde Sérgio morava há mais de 10 anos com o marido, Loivo de Castro. Em paralelo, os colegas da cena teatral porto-alegrense planejam uma homenagem à vida e à obra de Sérgio Etchichury. "Fazer esse ritual é importante. Se despedir e celebrar a vida de Serginho, um super artista", declara Patrícia Fagundes, diretora, atriz e artista cênica que trabalhou com Etchichury na década de 1990 na Cia. Rústica. A celebração está prevista para acontecer na Zona Cultural, no dia 30 de julho, às 17h30min.
O corpo será velado e cremado em Berlim, onde Sérgio morava há mais de 10 anos com o marido, Loivo de Castro. Em paralelo, os colegas da cena teatral porto-alegrense planejam uma homenagem à vida e à obra de Sérgio Etchichury. "Fazer esse ritual é importante. Se despedir e celebrar a vida de Serginho, um super artista", declara Patrícia Fagundes, diretora, atriz e artista cênica que trabalhou com Etchichury na década de 1990 na Cia. Rústica. A celebração está prevista para acontecer na Zona Cultural, no dia 30 de julho, às 17h30min.
Sérgio Etchichury deixa uma extensa carreira nas artes cênicas do Rio Grande do Sul. O artista atuou em diversos grupos teatrais gaúchos, como Terreira da Tribo, Cia. Stravaganza, Ói Nóis Aqui Traveiz, Cia. Rústica e Depósito de Teatro. Em 1999, conquistou o Troféu Açorianos de melhor ator pela atuação em Boca de Ouro, montagem para o texto de Nelson Rodrigues com direção de Roberto Oliveira.
“Era um cara muito generoso, de uma risada imensa, um coração maior ainda. Um artista preocupado com questões sociais, com que o mundo pudesse ser um lugar melhor com essa contribuição artística”, relembra Patrícia. “Ele deixa muitas saudades, com certeza, aqui em Porto Alegre e em Berlim. É um baque para todos.”
“Era um cara muito generoso, de uma risada imensa, um coração maior ainda. Um artista preocupado com questões sociais, com que o mundo pudesse ser um lugar melhor com essa contribuição artística”, relembra Patrícia. “Ele deixa muitas saudades, com certeza, aqui em Porto Alegre e em Berlim. É um baque para todos.”
O ator e diretor teatral Roberto Oliveira, amigo e parceiro artístico de longa data, lembra de Etchichury com carinho: "Foram tantas viagens, tantos momentos da vida e de teatro. Ator extraordinário e brilhante, capaz de grandes voos, com profunda alma de artista e coração gigante e generoso. Serginho foi o irmão que nunca tive."
Nascido em Santana do Livramento, o artista construiu extensa carreira nos palcos gaúchos. Entre os principais trabalho do artista estão os espetáculos Teon (1985), Ostal (1987); Uma professora muito maluquinha (1997); O beijo no asfalto (1998); Macbeth, Herói bandido (2004) e Sonho de uma noite de verão (2006).


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