Símbolo da comunidade LGBTQIA , a atriz
Camille K
morreu, nesta segunda-feira, aos 78 anos. Ela fez parte da primeira geração de artistas travestis do país, que se apresentava no palco do Teatro Rival, no centro do Rio de Janeiro. A causa da morte não foi informada. Os últimos tempos, porém, foram difíceis para Camille. No ano passado, ela sofreu com problemas financeiros e com a saúde, já debilitada. Durante a pandemia, ela teve de parar de se apresentar e não conseguiu voltar aos palcos, porque sofreu uma queda e fraturou o ombro. Entre seus trabalhos mais conhecidos, estão as colaborações com Miguel Falabella. Nos anos 1990, Camille virou musa do diretor, ao participar da peça No Coração do Brasil, com Maria Padilha, Jacqueline Laurence e Thales Pan Chacon. Há oito anos, Camille foi uma das personagens do documentário Divinas Divas, dirigido por Leandra Leal.
A partir desta quinta-feira, o
CineBancários
reabre suas portas ao público, depois do tradicional recesso de fim de ano. Como habitualmente ocorre, a programação inicia com uma pequena mostra com alguns dos filmes que estiveram em cartaz e foram destaque na tela do espaço durante o ano anterior. A mostra Revisitando 2023 começa com Andança (15h), Tia Virgínia (17h) e Môa - Raiz Afro-Mãe (19h), e vai até o próximo dia 21, com filmes como Meu Nome é Gal, Urubus, Retratos Fantasmas, Casa Vazia e Elis e Tom - Só Tinha que Ser Com Você. Confira a programação completa no site do JC e nas redes sociais do Cinebancários.
Mocidade, Mangueira e Viradouro foram os destaques da segunda e última noite de desfiles do
Carnaval do Rio de Janeiro,
que teve como marca a animação do público da Sapucaí, cantando o samba-enredo das agremiações. A Mocidade Independente de Padre Miguel (foto) foi a primeira a entrar na avenida trazendo um desfile em homenagem ao caju. O samba de refrão chiclete que já vinha fazendo sucesso foi cantado à capela pelo público nas paradas da bateria. A Mangueira voltou a homenagear seus integrantes famosos com um enredo dedicado à cantora Alcione, enquanto a Viradouro, atual vice-campeã, fechou a noite abusando das cores para contar o enredo Arroboboi, Dangbé, uma homenagem à cobra sagrada de Benin, que, de acordo com o mito, se manifestou em batalhas na costa ocidental da África. Além dessas escolas, foram para a avenida Portela, Vila Isabel e Paraíso do Tuiuti; no primeiro dia, desfilaram Porto da Pedra, Beija-Flor, Salgueiro, Grande Rio, Unidos da Tijuca e a atual campeã Imperatriz Leopoldinense. As vencedoras serão conhecidas nesta quarta-feira, em apuração que começa às 16h, e o desfile das campeãs ocorre no sábado.
Folhapress


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