Porto Alegre,
Não é necessário ser assinante
Prezado(a) assinante, ajude-nos a manter seus dados cadastrais atualizados. Leva poucos minutos.
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies. Para mais informações, consulte nossa Política de privacidade.
Publicada em 27 de Setembro de 2026 às 20:36
Empresária e conselheira fiscal da Associação Comercial de Porto Alegre
Porto Alegre tem uma história empresarial construída pela iniciativa, pelo comércio, pelos serviços e pela capacidade de transformar desafios em oportunidades. Empreender, portanto, não é apenas abrir um negócio. É participar da construção econômica de uma cidade e contribuir para o seu futuro.
Essa percepção faz parte da minha trajetória junto à Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA), entidade da qual participo desde 2018 e que possui uma história iniciada em 1858. São mais de 168 anos acompanhando transformações econômicas e empresariais, preservando valores e buscando novas formas de apoiar quem empreende.
ACPA — Desde 1858, impulsionando negócios.
Essa identidade traduz uma responsabilidade: colocar a tradição a serviço do futuro. Em um cenário marcado pela tecnologia, inteligência artificial, mudanças regulatórias e novos modelos de consumo, experiência e inovação devem caminhar juntas para fortalecer decisões e resultados.
É nesse contexto que o associativismo empresarial ganha relevância. O acesso à informação qualificada, à educação continuada, ao relacionamento e às oportunidades pode fazer diferença na trajetória de uma empresa. Uma boa ideia precisa ser acompanhada de planejamento, estratégia, execução e capacidade de adaptação.
Desde que passei a integrar a ACPA, fortaleceu-se uma convicção: educação continuada não é complemento da atividade empresarial. É parte da estratégia.
Existe diferença entre empreender e administrar uma empresa. O empreendedor identifica oportunidades e assume riscos. O empresário precisa estruturar processos, conhecer seus números, avaliar riscos, desenvolver pessoas e pensar na continuidade do negócio.
Também aprendi que network não é apenas uma coleção de contatos. É a construção de relações baseadas em confiança, conhecimento e oportunidades capazes de gerar parcerias e negócios.
A participação feminina no empreendedorismo expressa uma transformação importante na economia. Mulheres lideram empresas, ocupam espaços de decisão, criam negócios e ampliam sua contribuição para o desenvolvimento. O desafio é transformar presença em protagonismo, oportunidade em resultado e crescimento em continuidade.
Porque crescer pode ser consequência de uma oportunidade. Permanecer exige estratégia.
Como empresária e conselheira fiscal da ACPA, vejo o associativismo como uma plataforma de conhecimento, relacionamento e desenvolvimento. Um espaço em que diferentes gerações compartilham experiências e constroem oportunidades.
Uma empresa é maior que seu resultado imediato: gera empregos, movimenta fornecedores, desenvolve pessoas e participa da história econômica de uma cidade.
Empreender é produzir resultado. Empresariar é construir continuidade. Deixar legado é fazer com que aquilo que construímos continue gerando valor.
É essa união entre história, inovação, estratégia e relacionamento que pode continuar impulsionando Porto Alegre. Por isso acredito no associativismo: empresas conectadas fortalecem a economia e ampliam as possibilidades de um futuro sustentável.