Por variados fatores, ainda não havia conseguido assistir a “Travessia”, criação dramática de Nora Prado, que assina a autoria textual e assume a interpretação, com direção de Adriane Mottola. O festival Palco Giratório do SESC, na sua primeira semana, me permite, enfim, me encontrar com este espetáculo que tem diferentes chaves de leitura mas, que se afirma, antes de mais nada, enquanto um espetáculo de teatro, ao mesmo tempo em que se coloca como uma ação militante de discussão de situações-limite (no caso, Nora Prado chama de “travessia”) que algumas pessoas enfrentam, com coragem e resiliência, e que se tornam, por isso mesmo, exemplares e referenciais para as demais pessoas.
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