Brasília viveu nesta semana um daqueles momentos em que os acontecimentos parecem desconectados, mas acabam apontando para uma mesma direção. Entre pesquisas eleitorais, disputas judiciais, embates entre governo e oposição, pressões do setor produtivo e discussões sobre o futuro da economia, a sucessão presidencial de 2026 começou a ganhar contornos mais concretos. O principal sinal veio do encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mais do que ouvir pré-candidatos, os empresários deixaram claro que pretendem cobrar compromissos objetivos para temas como crescimento econômico, competitividade, infraestrutura, inovação, energia, crédito, segurança jurídica e redução do Custo Brasil.
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