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Repórter Brasília

- Publicada em 04 de Janeiro de 2023 às 22:47

Protagonismo internacional

Diversas autoridades estrangeiras foram à posse, como o rei da Espanha, Felipe VI

Diversas autoridades estrangeiras foram à posse, como o rei da Espanha, Felipe VI


Handout /Casa de S.M. el Rey/ AFP
Encerrados os festejos da posse, logo no primeiro dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou claro que quer o País de volta ao protagonismo internacional. E se reuniu, no Itamaraty, com 15 chefes de Estado que haviam participado da posse, no domingo. A cada meia hora, a conversa era com um novo dirigente, entre eles o Rei Felipe, da Espanha, os presidentes do Equador, da Argentina, de Portugal, da Colômbia e o não menos "peso-pesado" vice-presidente da China, Wang Qishan, país que é o principal parceiro comercial do Brasil.
Encerrados os festejos da posse, logo no primeiro dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou claro que quer o País de volta ao protagonismo internacional. E se reuniu, no Itamaraty, com 15 chefes de Estado que haviam participado da posse, no domingo. A cada meia hora, a conversa era com um novo dirigente, entre eles o Rei Felipe, da Espanha, os presidentes do Equador, da Argentina, de Portugal, da Colômbia e o não menos "peso-pesado" vice-presidente da China, Wang Qishan, país que é o principal parceiro comercial do Brasil.
Brasil está voltando
Nos discursos que antecederam a posse, Lula já havia deixado claro que recolocaria o Brasil no contexto do debate e do intercâmbio internacional. Desses patamares o País saiu por decisão do governo anterior, mas não há dúvidas de que os parceiros de outros tempos sentiram a ausência brasileira no debate e nas mesas de negociações bilaterais.
Valorização da política externa
Portanto, a valorização da política externa está entre as prioridades do atual governo. E isso será reforçado com a decisão do presidente da República de visitar, já em fevereiro, importantes parceiros, entre eles a Argentina, os Estados Unidos e a China. Além disso, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), representará o Brasil no Fórum Internacional de Davos, na Suíça, na segunda quinzena deste mês. Meio ambiente, negócios e relações internacionais têm tudo a ver. Lula honra promessa de campanha e começa arrumando a casa a partir do fortalecimento das relações com tradicionais parceiros mundiais.
Multiplicação eleitoral
O Podemos foi um dos partidos que mais cresceu no Pampa, mesmo apartado do "grenalismo" político nacional. Na última eleição, a sigla deu uma guinada de 947%, ao alcançar 318,8 mil votos na Câmara Federal. Em 2018, foram 30,4 mil votos. O aumento para a Assembleia Legislativa também é expressivo: de 64.728 para 196,6 mil votos, mais de 204%. Voz forte do partido em Brasília é o jovem deputado Maurício Marcon, que deixa de ser vereador de Caxias do Sul para ganhar eco no Congresso. Ele é um fenômeno nas redes sociais.
De olho em 2024
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Braz é homem de confiança da deputada federal Renata Abreu
O desafio do presidente estadual do partido, Everton Braz, é seguir multiplicando os números e espichando a sigla Rio Grande afora; com a meta audaciosa de fundar 200 novos diretórios partidários nos principais municípios gaúchos. "Nosso plano estratégico prevê eleger, no mínimo, um vereador nessas cidades", disse à coluna. Braz é homem de confiança de Renata Abreu, deputada federal por São Paulo e presidente nacional do Podemos. "Temos uma relação direta de proximidade e profundo respeito. Essa segurança atesta a seriedade e transparência do nosso trabalho. Renata reconhece que o partido no Rio Grande do Sul cresce com solidez e maturidade, enxergando também nossa influência e participação no novo governo Eduardo Leite (PSDB)", avaliou Everton Braz. 
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