Porto Alegre,

Anuncie no JC
Assine agora
Opinião Econômica

Publicada em 05 de Novembro de 2026 às 18:14

O desafio é grande, e soluções mágicas, perigosas

Compartilhe:
Folhapress
Cecilia Machado, economista-chefe do Banco BoCom BBM e professora do departamento de economia da PUC-Rio


Nos últimos quatro anos, a dívida bruta do governo saltou de 71,7% para 82,9% do PIB, o maior nível desde 2021, sinal de que as nossas regras fiscais não foram capazes de dar previsibilidade à trajetória da dívida nem de ancorar as expectativas sobre a solvência do Estado. Quando o novo arcabouço foi lançado, em 2023, as simulações do próprio governo projetavam a estabilização da dívida em 76,5% do PIB em 2026, e uma trajetória de queda caso os juros recuassem. Os juros, ao contrário, subiram.

Notícias relacionadas