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Opinião Econômica

Publicada em 03 de Novembro de 2026 às 18:05

Um freio de arrumação para 2027

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Agências
Bráulio Borges, doutorando em economia da FGV EESP, mestre em economia na FEA-USP, é diretor da LCA Consultores e pesquisador-associado do FGV Ibre

O Brasil chega ao fim de 2026 com uma combinação incômoda: crescimento razoável, desemprego baixo e, ainda assim, uma trajetória fiscal que não fecha. A dívida bruta do governo geral subiu cerca de 10 pontos percentuais do PIB num período em que a economia cresceu perto de 2,7% ao ano (ou 2,3% a.a. em termos per capita, percentual que não é muito diferente daquele observado em 2004-2014, já que lá a população crescia bem mais).

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