Bráulio Borges, doutorando em economia da FGV EESP, mestre em economia na FEA-USP, é diretor da LCA Consultores e pesquisador-associado do FGV Ibre
A pouco mais de duas semanas do segundo turno, a reforma tributária do consumo voltou ao centro da disputa. Na terça-feira (6), Daniella Marques, coordenadora do programa econômico de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que o candidato, se eleito, acabará com o split payment, sob o argumento de que o mecanismo "asfixia o capital de giro do pequeno". Não é episódio isolado: desde o primeiro semestre, a campanha oscilou entre revogar a reforma, suspendê-la por um ano e apenas "aprimorá-la".
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