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Opinião Econômica

Publicada em 09 de Agosto de 2026 às 18:21

Por que não é uma boa ideia elevar a meta de inflação após o ajuste fiscal?

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Agências
Solange Srour, diretora de macroeconomia para o Brasil no UBS Global Wealth Management


Ganha espaço no debate a ideia de fazer um ajuste fiscal robusto, de 2,5% a 3% do PIB (Produto Interno Bruto), e depois, com a credibilidade restabelecida, elevar a meta de inflação para perto de 4%. A lógica é que dívida alta com meta baixa exige juro real alto por mais tempo, o que potencializa a despesa financeira e a pressão sobre a dívida.

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