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Opinião Econômica

Publicada em 08 de Junho de 2026 às 00:25

Políticas para controlar o déficit fiscal brasileiro

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Agências
Bráulio Borges, doutorando em economia da FGV EESP, mestre em economia na FEA-USP, é diretor da LCA Consultores e pesquisador-associado do FGV Ibre

O Brasil convive com um desafio fiscal que não comporta mais adiamento. Desde 2014, a dívida pública segue em trajetória de forte alta, interrompida apenas por fatores pontuais, como a aceleração inflacionária de 2021-2022. A Dívida Líquida do Setor Público saltou de 32% do PIB em setembro de 2015 para 65,3% ao fim de 2025; a Dívida Bruta do Governo Geral subiu de 52,2% em maio de 2014 para 78,6% em dezembro passado.
O mais desconfortável é que isso ocorreu com o PIB crescendo cerca de 3% ao ano entre 2022 e 2025.

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