O mercado segurador brasileiro evoluiu de forma consistente nas últimas décadas. Ganhou escala, ampliou a oferta de produtos, incorporou tecnologia e tornou a contratação muito mais acessível. Ainda assim, há uma lacuna que continua limitando seu desenvolvimento: a baixa consciência da sociedade sobre o verdadeiro papel do seguro, escreve José Carlos Macedo da Insurence. No Brasil, o seguro ainda é percebido de modo predominante como despesa ou obrigação contratual. É comum que pessoas e empresas recorram à proteção apenas quando a legislação exige, quando uma instituição financeira condiciona um financiamento à contratação de uma apólice ou, pior, depois de vivenciarem uma perda relevante.
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