As marcas próprias seguem ampliando participação no consumo do Brasil e já começam a influenciar a estratégia da indústria. Segundo a Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização, o segmento mantém trajetória de crescimento no país, acompanhando um movimento global em que esses produtos já representam mais de 30% das vendas em mercados europeus. No Brasil, a expansão é puxada por um consumidor mais sensível a preço e por empresas que buscam maior controle sobre margem e distribuição. Em 2025, esse avanço deixou de ser restrito ao varejo alimentar e passou a ganhar espaço em setores como construção civil, ferramentas e bens duráveis.
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