Qualquer interrupção na rota do Estreito de Ormuz tende a elevar rapidamente o preço do petróleo no mercado internacional, segundo a U.S. Energy Information Administration, porque por ele passam 20% do petróleo comercializado no mundo. Mas o efeito não se limita às bolsas ou às petroleiras. Ele chega ao consumidor por meio da gasolina, do diesel, do gás de cozinha, da energia elétrica e, de forma indireta, dos alimentos e do crédito. Para Ricardo Hiraki Maila, especialista em educação financeira e sócio-fundador da Plano, o impacto é encadeado. "O petróleo é insumo básico da economia. Quando sobe, encarece transporte, produção e pressiona a inflação. A família sente no supermercado e nas contas fixas", afirma.
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