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Patrícia Comunello

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Publicada em 16 de Julho de 2026 às 00:10

Uso da IA depende de decisões do lojista

"Inteligência Artificial ajuda o lojista, mas a decisão final é do ser humano", sustenta Wainberg, de família varejista

/WILLIAN BARBOSA/DIVULGAÇÃO/JC
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A inteligência artificial (IA) precisa ser incorporada pelo varejo. Ponto. Como fazer isso, o que levar em conta, o que dar mais tração e quais ferramentas adotar são movimentos que cabem aos lojistas resolver. Pelas percepções colhidas na cobertura da coluna Minuto Varejo com diferentes eventos e fontes, é muito menos a grife de IA (ChatGPT, Claude, Gemini ou outras) que o empreendedor vai adotar e muito mais como os gestores da empresa tomam decisões sobre onde e como aplicar as ferramentas. "Sou neto e filho de lojista e cresci com loja. O varejo está cada vez com a margem mais apertada e permite menos erro. Quando a gente fala em inteligência artificial, precisamos falhar, aprender e ver o que faz sentido para o negócio", atenta Rafael Wainberg, especialista no tema e da família fundadora da rede Rainhas das Noivas. "A vantagem hoje é que é muito mais acessível (ferramentas) do que no passado", contrasta Wainberg, como uma vantagem relevante. Esta "vantagem" na implementação vira êxito no uso do potencial dessa tecnologia? 

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