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Mercado Digital

- Publicada em 22 de Junho de 2022 às 21:17

Escassez de semicondutores persistirá até 2023, aponta KPMG

Apesar dos desafios na cadeia de suprimentos, confiança operacional no setor atingiu recorde histórico

Apesar dos desafios na cadeia de suprimentos, confiança operacional no setor atingiu recorde histórico


AdobeStock/Divulgação/JC
Patricia Knebel
Mais da metade (56%) dos executivos líderes globais do setor de semicondutores acreditam que a atual escassez de chips persistirá até 2023, enquanto 42% acham que ela terminará em 2022. Essa é uma das conclusões da 17ª edição anual da pesquisa "Perspectivas do setor global de semicondutores" conduzida por KPMG e Global Semiconductor Alliance (GSA) com 152 executivos líderes da indústria de semicondutores.

Mais da metade (56%) dos executivos líderes globais do setor de semicondutores acreditam que a atual escassez de chips persistirá até 2023, enquanto 42% acham que ela terminará em 2022. Essa é uma das conclusões da 17ª edição anual da pesquisa "Perspectivas do setor global de semicondutores" conduzida por KPMG e Global Semiconductor Alliance (GSA) com 152 executivos líderes da indústria de semicondutores.

Em relação às expectativas detalhadas para o fim da escassez de semicondutores, os respondentes indicaram os seguintes períodos: início de 2022 (3%), meados de 2022 (13%), final de 2022 (26%), início de 2023 (21%), meados de 2023 (22%), final de 2023 (13%), outros (3%).

"Os semicondutores são a base do mundo moderno e representam o componente mais importante da economia global conectada. Os problemas decorrentes da sua escassez têm impactos diferentes em cada tecnologia, mercado, setor, país e no ecossistema em geral. A normalização no fornecimento de chips deve ser ocorrer até o final do ano que vem", comenta o sócio-líder de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da KPMG no Brasil e na América do Sul, Márcio Kanamaru.

Apesar dos desafios na cadeia de suprimentos, a confiança financeira e operacional dos executivos do setor de semicondutores atingiu um recorde histórico, com 95% deles acreditando que a receita de suas empresas crescerá no próximo ano, com 34% esperando crescimento superior a 20%.

Além disso, quase 90% deles acreditam que sua força de trabalho global crescerá em 2022, aumento de quase 40% em relação às perspectivas do ano passado. Em relação às principais prioridades estratégicas dessas empresas nos próximos três anos, os executivos respondentes da pesquisa indicaram três: desenvolvimento e retenção de talentos; flexibilidade da cadeia de suprimentos; fusões e aquisições.

O conteúdo revelou ainda que, para metade (53%) dos executivos, suas organizações estão agora estão mais orientadas para os mercados finais. Eles esperam que os três principais fatores para o crescimento das empresas de semicondutores e geração de receita no próximo ano sejam: comunicações sem fio, incluindo infraestrutura 5G, smartphones e outros dispositivos móveis; setor automotivo; e Internet das Coisas (IoT). Embora as pressões de curto prazo continuem, a KPMG estima que o mercado de semicondutores automotivos atingirá mais de US 200 bilhões nas próximas duas décadas.

"A expectativa é que o setor de semicondutores gere receitas recordes de mais de US 600 bilhões em 2022. Além disso, com a diminuição das pressões econômicas globais, a confiança no potencial de crescimento do setor provavelmente deve seguir crescendo. Ainda assim, a procura por semicondutores deve continuar elevada nos próximos anos", analisa o sócio-diretor líder do segmento de Tecnologia da KPMG no Brasil, Felipe Catharino.

De acordo com a pesquisa, quando questionados sobre o impacto de vários gigantes tecnológicos investindo ainda mais nas suas próprias capacidades de silício, os entrevistados citaram os talentos atraídos por esses gigantes como sua principal preocupação. No entanto, de maneira geral, apenas 19% dos entrevistados enxergam os desenvolvedores de chips não tradicionais surgindo como sérias ameaças competitivas.

 

AWS estende ao Brasil o Projeto de Resiliência a fenômenos naturais

Abby revela que empresa está oferecendo até US$ 5 mil em créditos promocionais para apoiar projetos relacionados à nuvem

Abby revela que empresa está oferecendo até US$ 5 mil em créditos promocionais para apoiar projetos relacionados à nuvem


AWS/DIVULGAÇÃO/JC

A Amazon Web Services (AWS) anunciou a expansão do Projeto de Resiliência para a América Latina e o Canadá, após o sucesso do programa em 2020 nos países da América Central e Caribe.

Como parte do Programa AWS de Resposta a Desastres, o Projeto de Resiliência apoia organizações que podem ser afetadas por desastres, cuja continuidade de operações é crítica para a resiliência da comunidade.

Em preparação para a temporada de furacões e tempestades de inverno, a AWS está oferecendo até US$ 5 mil em créditos promocionais da empresa para apoiar projetos relacionados à continuidade dos negócios na nuvem.

Governos, instituições de saúde, organizações sem fins lucrativos e instituições educacionais poderão se preparar para a próxima temporada de furacões de 2022, que vai de junho a novembro, e no caso dos países sul-americanos para a onda de inverno, que começa em 21 de junho e termina em setembro.

Na América Latina, as tempestades estão se tornando mais poderosas devido à mudança climática. De acordo com as Nações Unidas, desde 2000, uma média de 17 furacões atingiram a região a cada ano. Além disso, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) prevê que a temporada de furacões deste ano terá uma chance de 65% de estar acima do normal.

"O objetivo do projeto é permitir aos clientes manter a continuidade dos negócios mesmo diante de desastres e aumentar a resiliência das organizações", destaca a gerente de programas do setor público da AWS para a América Latina, o Canadá e o Caribe, Abby Daniell. "Os créditos serão válidos por um ano e podem ser usados para desenvolver um plano abrangente de recuperação de desastres", complementa.

Embora não haja como prevenir um desastre natural, faz diferença ser capaz de lidar com essas situações. Como resultado, a nuvem se torna a melhor aliada para garantir a disponibilidade das informações, incluindo casos de falta de energia, inatividade da internet, inundações e outros desastres. Os créditos podem ser concedidos diretamente aos clientes ou aos parceiros da AWS Partner Network (APN).

Banco Carrefour investe em Fundos de Venture Capital

O Banco Carrefour, núcleo financeiro do Grupo Carrefour Brasil, anunciou o seu primeiro aporte de investimento em fundos de Venture Capital, com foco em apoiar negócios inovadores, normalmente startups, com alto potencial de crescimento.

Com apoio da consultoria da WP Capital, principal boutique de investimento em inovação no país, foram investidos U1 milhão. Com isso, o Banco Carrefour passa a ter acesso às empresas investidas de três fundos que são referência de mercado a nível global: Maverick Ventures (Israel), Solum Capital e Ace Capital (BR).

"Com essa iniciativa, damos um primeiro passo nesta modalidade que certamente renderá ganhos para todos os envolvidos", afirma Charles Schweitzer, Head de Inovação do Banco Carrefour.

Partner e Head de Investimentos da Ace, Pedro Carneiro, comenta que a experiência do Banco Carrefour em varejo e mercado financeiro deve potencializar a seleção e crescimento das startups. "Essa expertise, aliada à nossa experiência em investimento em startups nos primeiros estágios, traz uma proposta de valor única para os empreendedores que buscam investimento", afirma.

Recentemente, o Grupo Carrefour, em parceria com a Daphni, lançou o Dastore, um fundo de capital de risco para investir em startups em estágio inicial voltadas à temática de varejo digital. O fundo investirá inicialmente € 80 milhões, assumindo participações minoritárias em startups emergentes de alto potencial na França e globalmente, para permitir que o Grupo fique próximo de inovações e tecnologias emergentes.

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