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Colunas#De Olho na tevê

Coluna

- Publicada em 06 de Fevereiro de 2013 às 00:00

Felipão


Jornal do Comércio
Penso que houve precipitação de quem despachou Mano Menezes, mas, naquele momento, ninguém seria melhor do que Luiz Felipe Scolari. Sua primeira convocação não mereceu críticas, a intenção de reunir Ramirez, Paulinho, Oscar e Ronaldinho na armação parece uma boa. Vou dar um jeito de assistir ao jogo contra a Inglaterra, apesar do horário (17h30min).
Penso que houve precipitação de quem despachou Mano Menezes, mas, naquele momento, ninguém seria melhor do que Luiz Felipe Scolari. Sua primeira convocação não mereceu críticas, a intenção de reunir Ramirez, Paulinho, Oscar e Ronaldinho na armação parece uma boa. Vou dar um jeito de assistir ao jogo contra a Inglaterra, apesar do horário (17h30min).
Dunga
Dois jogos, um desconsolador empate contra o Novo Hamburgo e uma obrigatória vitória sobre os reservas do Grêmio. Mas é inegável que o clima no Beira-Rio é outro: o grupo parece estar unido, interessado, e se mostra organizado em campo. Para o modesto calendário que se apresenta ao Inter nos primeiros meses do ano, deve bastar. Gabriel começou bem na lateral, D’Alessandro assumiu uma liderança que serve para torná-lo mais controlado e maduro. Só falta Damião voltar a ser o atacante que já foi.
Goleiros
Se Muriel falhou no gol do Grêmio? Claramente sim. Busatto, por sua vez, aceitou um chute defensável de Forlán e rebateu mal no segundo gol do Inter, entregando a bola a Damião. Sobre Marcelo Grohe, poderá ter longa e profícua história no Grêmio, mas transformá-lo em herói pela decisão contra a LDU é demais. Foi apenas sorte dele a cobrança que explodiu na trave e saiu. E absoluta ruindade do cobrador do último pênalti: Grohe jogou-se para o canto e a bola o perseguiu até chocar-se com sua perna. Em resumo: nenhuma defesa tecnicamente elogiável, embora sorte seja ingrediente indispensável aos goleiros.
A banca paga e recebe
Assisti segunda-feira a um dos dois piores Bem, Amigos da história. O outro foi há menos de um ano e o único entrevistado era exatamente o mesmo: o presidente da CBF José Maria Marin. Ele respondia, pelo tempo que desejasse, a perguntas desinteressantes e amigas de Galvão Bueno – principalmente –, de Paulo Cesar Vasconcellos, Arnaldo Cezar Coelho e Mauro Naves. Claro, se o negócio da Globo é ser dona do futebol brasileiro, se dar bem com  a CBF é fundamental. Mas impor tamanha chatice ao telespectador é desprezar a audiência. Ou chamá-la de burra.
Passou raspando
A LDU era um adversário fraco, em reformulação. Mesmo assim, exigiu do Grêmio mais do que este tinha para dar em termos de organização e poder de ataque. Pareceu-me altamente pretensiosa a fala de Luxemburgo, como se tudo ele tivesse previsto: o jogo foi decidido por um chute de meia distância e depois sobrou sorte nos pênaltis. Estou certo de que os tricolores reaparecerão reforçados contra o Huachipato, dentro de oito dias. Seria uma temeridade apostar tantas fichas de novo, mesmo esperando-se que Vargas estreie de fato e o restante do time se ajeite.
As garotas da Band
Competência é requisito indispensável, mas é impressionante a seleção de moças bonitas formada pela Band-SP para seus programas esportivos. Isso vale para apresentadoras – como a gaúcha Renata Fan, que completou seis anos no comando do Jogo Aberto – e repórteres, inclusive dos estados de Minas Gerais, Goiás e Bahia. O critério, se existe, faz todo o sentido: já que a maioria dos interessados em futebol é do sexo masculino, por que não oferecer notícias e beleza ao mesmo tempo?
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