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Publicada em 05 de Maio de 2026 às 00:25

Deserdar Suzane Richthofen é resposta urgente a uma sociedade cansada de injustiças

Artigos de renomados juristas gaúchos e do Brasil

Artigos de renomados juristas gaúchos e do Brasil

/Arte/JC
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Jornal do Comércio
Fernando Marangoni

A disputa pela herança do médico Miguel Abdalla Neto, encontrado morto, aos 76 anos, em sua casa, em São Paulo, trouxe ao debate público uma questão que vai além de um caso isolado. Nomeada inventariante do tio, Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos e 6 meses pelo assassinato dos próprios pais - um crime que chocou o Brasil em outubro de 2001 - passou, então, a administrar o patrimônio deixado pelo irmão de sua mãe - assassinada a pauladas, enquanto dormia, por ordem da filha. Ao mesmo tempo, a partilha é contestada por Silvia Magnani, que afirma ter mantido união estável com Abdalla Neto por mais de uma década.

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