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Direitos da Criança

- Publicada em 27 de Setembro de 2022 às 20:25

Unidades para atendimento a crianças vítimas de abuso são criadas no interior do RS

Pelotas e Santa Cruz do Sul inauguraram centros para realização de perícia em menores

Pelotas e Santa Cruz do Sul inauguraram centros para realização de perícia em menores


Ascom IGP/JC
Agências
Pelotas e Santa Cruz do Sul inauguraram dois Crais (Centro de Referência em Atendimento Infanto-juvenil) nos dias 26 e 27 de setembro. O objetivo das unidades é realizar perícias físicas e psíquicas em crianças com suspeita de abuso físico ou sexual. Além da função de receber as vítimas, o fato de todos os exames ocorrerem no mesmo local gera agilidade aos processos periciais.
Pelotas e Santa Cruz do Sul inauguraram dois Crais (Centro de Referência em Atendimento Infanto-juvenil) nos dias 26 e 27 de setembro. O objetivo das unidades é realizar perícias físicas e psíquicas em crianças com suspeita de abuso físico ou sexual. Além da função de receber as vítimas, o fato de todos os exames ocorrerem no mesmo local gera agilidade aos processos periciais.
Em Pelotas, o centro foi instalado na instalado na Unidade de Pronto Atendimento Areal, já em Santa Cruz do Sul, Craim (Centro de Referência em Atendimento Infanto-juvenil Municipal) está localizado no Cemai (Centro Materno Infantil).
“O Crai é mantido pelo IGP (Instituto-Geral de Perícias) em parceria com a Polícia Civil, Ministério Público e secretarias estadual ou municipais de saúde. O objetivo é concentrar em um só local todos os serviços que envolvem a apuração e a confirmação do abuso, bem como o encaminhamento para abrigos ou locais que realizam o Aborto Legal em jovens vítimas de estupro. Além do exame de corpo de delito, os peritos do IGP aplicam um protocolo internacional de entrevista investigativa, que permite comprovar a violência mesmo quando esta não deixa marcas físicas – o que acontece em cerca de 95% dos casos.
O laudo da perícia é fundamental para as autoridades solicitarem as medidas previstas em lei para esses casos e, assim, proteger a vítima. Psicólogos e assistentes sociais dos órgãos parceiros procuram identificar a possibilidade de mutilações ou suicídio em função dos abusos, o que é comunicado imediatamente aos serviços de saúde. A pediatria e a ginecologia verificam problemas físicos”, explica o governo gaúcho.
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