A implementação da reforma tributária poderá trazer novos desafios para a cadeia vitivinícola brasileira, especialmente na formação de preços e na preservação das margens das empresas. O vinho estará sujeito ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), à CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e, adicionalmente, ao Imposto Seletivo (IS), cuja incidência sobre bebidas alcoólicas acrescentará uma nova camada de tributação.
O Jornal do Comércio (JC) buscou ouvir o Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul (Consevitis-RS), que por sua vez, destacou que vem acompanhando as discussões relacionadas à reforma tributária e aos possíveis impactos para a cadeia do vinho. A entidade, no entanto, neste momento, considera prematuro fazer uma avaliação concreta sobre os efeitos do IS para o setor. A orientação, portanto, é aguardar a definição das alíquotas para que seja possível realizar uma análise mais precisa dos efeitos da medida sobre a vitivinicultura.
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