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Publicada em 17 de Fevereiro de 2026 às 15:25

Contabilidade orienta transição do MEI em ambiente de fiscalização digital

Cabe ao profissional de contabilidade organizar a chamada

Cabe ao profissional de contabilidade organizar a chamada "casa fiscal" antes da mudança, simulando cenários, ajustando pendências e orientando o empresário para que a nova fase comece sem passivos

FABIOLA CORREA/JC
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Osni Machado
Osni Machado Colunista
Enquanto a fiscalização digital amplia o cerco à sonegação e coloca o Microempreendedor Individual (MEI) sob atenção permanente dos sistemas de cruzamento de dados, a discussão sobre o regime deixa de ser apenas punitiva e ganha um novo contorno: o da maturidade empresarial. Para a contadora consultiva Erinéia Silva, o MEI deve ser compreendido como uma etapa inicial do negócio, e não como um modelo permanente. “O MEI é como a fase inicial de uma casa: simples, funcional e pensada para começar. Ele deixa de ser adequado quando a empresária começa a crescer”, afirma.

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