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Publicada em 18 de Setembro de 2026 às 17:31

Pets são parte da família e da economia brasileira

Pedro Pian, sócio-fundador da Pian Alimentos

Pedro Pian, sócio-fundador da Pian Alimentos

Pian Alimentos/Divulgação/JC
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Pedro Pian



O mercado pet brasileiro deve crescer 9,6% em 2026, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), ultrapassando R$ 80 bilhões. Para quem atua no setor, esse número expressivo revela algo que percebemos diariamente: a mudança na forma como consumimos e cuidamos dos nossos animais de estimação.

Cães e gatos deixaram de ocupar apenas o lugar de companhia e passaram a integrar a rotina, as escolhas e, em muitos casos, as próprias famílias brasileiras. Essa transformação movimenta a economia e se traduz em investimentos para acompanhar a demanda.


Os tutores querem praticidade, mas não abrem mão de qualidade. Buscam alimentos mais nutritivos, ingredientes naturais, menos corantes e aromatizantes. Por isso, aprimoramos receitas e lançamos produtos para responder a uma necessidade real. Nosso recente lançamento, um petisco creme em bisnaga inspirado em uma receita japonesa, é 100% natural e tem como atrativo o aumento de vínculo de tutor e seu pet. É o único produzido no sul do Brasil.


 Há 42 anos no ramo, tendo como carro-chefe as marcas Mikcat e Mikdog, investimos recentemente R$ 40 milhões na ampliação da nossa fábrica em Paraí, na Serra Gaúcha, e na aquisição de equipamentos. Temos a projeção de crescimento de 30% nas vendas de rações úmidas nos próximos 12 meses.

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