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Publicada em 23 de Agosto de 2026 às 19:05

Empresas projetam perdas com efeitos do El Niño, mas algumas veem ganhos

Varejistas como a Magazine Luiza preveem um aumento nas vendas de climatização

Varejistas como a Magazine Luiza preveem um aumento nas vendas de climatização

PATRICIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC
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Agências
O El Niño, fenômeno de aquecimento atípico das águas do oceano Pacífico, tem embaralhado padrões de clima e elevado temperaturas em todo o globo desde junho - e algumas empresas do Ibovespa começaram a antever quais poderão ser suas principais vulnerabilidades aos eventos climáticos. Outras, porém, enxergam oportunidades para suas operações.
De acordo com levantamento feito pela Agência Folhapress com as 76 companhias listadas no principal índice da Bolsa, a expectativa para o primeiro grupo é que o super El Niño traga riscos de crédito e calotes no setor rural, aumente sinistralidades, quebre safras agrícolas e crie gastos adicionais com logística. Os dados levam em conta o conteúdo das teleconferências de resultados do segundo trimestre deste ano.
Para o outro grupo, o calor pode ser um trunfo de vendas. Empresas como Magazine Luiza e Assaí analisaram como os termômetros nas alturas podem influenciar o comportamento do consumidor e catalisar vendas de segmentos específicos.

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