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Publicada em 29 de Junho de 2025 às 16:00

Brasil ganha espaço nas estratégias da Rodenstock para aumentar representatividade

Mota registra relevância do País nas políticas da empresa alemã

Mota registra relevância do País nas políticas da empresa alemã

/Rodenstock/Divulgação/JC
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Roberto Hunoff
Roberto Hunoff Jornalista
Ainda que com baixa representatividade, o Brasil é um dos mercados que mais têm crescido em participação na receita global da Rodenstock, empresa com 148 anos de existência e a segunda maior da Alemanha. Inicialmente atuando como distribuidora, a marca investiu, em 2013, em fábrica própria no Rio de Janeiro, que tem passado, desde então, por expansão da capacidade, mas ainda sem a necessidade de uma nova operação. "O mercado está muito bom nos últimos anos, com crescimento representativo desde a pandemia. Estamos investindo continuamente na operação local", assegura o presidente Hugo Mota.
Ainda que com baixa representatividade, o Brasil é um dos mercados que mais têm crescido em participação na receita global da Rodenstock, empresa com 148 anos de existência e a segunda maior da Alemanha. Inicialmente atuando como distribuidora, a marca investiu, em 2013, em fábrica própria no Rio de Janeiro, que tem passado, desde então, por expansão da capacidade, mas ainda sem a necessidade de uma nova operação. "O mercado está muito bom nos últimos anos, com crescimento representativo desde a pandemia. Estamos investindo continuamente na operação local", assegura o presidente Hugo Mota.
Na avaliação do executivo, a marca ainda não é muito conhecida pelo consumidor final, formado basicamente pela classe A. "Temos expectativa muito grande com o trabalho realizado junto às óticas que atendem esse público. A filosofia da empresa é tecnologia e inovação, por isso demanda mais tempo agregar novos consumidores. O resultado, porém, é eficaz", explica. Além da sede no Rio de Janeiro, a empresa tem filiais em Fortaleza, São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Belém e Belo Horizonte - as duas últimas tiveram as aberturas mais recentes.
Mota destaca que, desde a fundação, a empresa também trabalhava com armações, operação descontinuada em 2024 com a venda global para focar exclusivamente em lentes. Para fortalecer a operação adquiriu, em 2023, uma empresa espanhola com produto mais focado na classe média. "O objetivo é ampliar a base de clientes, com um preço mais acessível. No Brasil, está dando certo. Em 2024, dobramos as vendas desta linha em relação ao ano anterior. Em 2025, a tendência também é de alta", relata.
Os lançamentos da marca alemã têm a inovação como fator para impulsionar o varejo óptico. Uma das novidades é a tecnologia LayR, um antirreflexo que adiciona camadas multifuncionais às lentes biométricas inteligentes B.I.G. NORM® com até 50% de redução dos reflexos visíveis e incorpora ainda camadas extras contra raios UV e luz azul nociva. De acordo com a companhia, a tecnologia melhora o conforto visual e amplia a durabilidade das lentes.
A ColorMatic® X é uma solução fotossensível que adapta automaticamente as lentes à incidência de raios UV e, em sua nova versão, evolui para uma claridade completa a uma taxa de até 54% mais rápida do que na geração anterior. A transição entre tons claros e escuros ocorre de forma fluida e rápida, proporcionando conforto visual superior em diferentes condições de iluminação. "As duas soluções, desenvolvidas na Alemanha, atendem à demanda mundial dos consumidores por qualidade, proteção e conforto visual", afirma.
 

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