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Publicada em 21 de Julho de 2024 às 16:00

Viezzer reforça padrão mais elevado

Área de lazer vem sendo valorizada pelos compradores de imóveis na Serra

Área de lazer vem sendo valorizada pelos compradores de imóveis na Serra

/VIEZZER ENGENHARIA/divulgação/JC
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Roberto Hunoff
Roberto Hunoff Jornalista
A Viezzer Engenharia, com atuação focada no mercado do primeiro imóvel, com valores entre R$ 200 mil e R$ 500 mil, está praticamente sem estoque. Dentre as razões apontadas pelo diretor Oliver Viezzer é a falta de lançamentos no ano passado. Com presença nos mercados de Caxias do Sul e Canoas, a empresa sentiu a retração pós-pandemia, a ascensão posterior e o momento atual definido como razoável. Viezzer confirma para o segundo semestre o lançamento de empreendimento de padrão mais elevado.
A Viezzer Engenharia, com atuação focada no mercado do primeiro imóvel, com valores entre R$ 200 mil e R$ 500 mil, está praticamente sem estoque. Dentre as razões apontadas pelo diretor Oliver Viezzer é a falta de lançamentos no ano passado. Com presença nos mercados de Caxias do Sul e Canoas, a empresa sentiu a retração pós-pandemia, a ascensão posterior e o momento atual definido como razoável. Viezzer confirma para o segundo semestre o lançamento de empreendimento de padrão mais elevado.
O uso de painéis fotovoltaicos, já regra em construções anteriores, passa a ter a companhia de sistemas para reaproveitamento de água da chuva para uso nos vasos sanitários. "A premissa é que todos os projetos serão assim, aproveitando as chuvas, visando à economia de água potável. Outro avanço é a área de bosque para convivência dos moradores, incorporada nos últimos três projetos, e que segue como benefício permanente", assinala. Segundo Viezzer, a empresa já tem tradição de investir em novas tecnologias, como uso de argamassa pronta, drywall, lajes e vigas pré-moldadas, além da adoção de modernos equipamentos para reduzir o esforço físico e aumentar a segurança dos trabalhadores.
Viezzer acredita em possível colapso na oferta de imóveis em razão de a maioria das incorporadoras ter desacelerado os investimentos em Caxias do Sul e direcionado para outras cidades, onde o mercado está mais aquecido. Ele reconhece que o prazo entre a elaboração, aprovação e construção do prédio é muito longo, superando quatro anos, sendo determinante nos resultados finais.
A esta situação acrescenta os juros elevados, que prejudicam os negócios nos padrões médio e alto, enquanto para o primeiro imóvel os financiamentos ficaram congelados por muito tempo, inviabilizando novos projetos. "O teto era praticamente o valor de custo, paramos neste segmento, o último projeto foi em 2020", relata. Com as recentes alterações patrocinadas pelo governo acredita que o ânimo deve voltar, mas em função de prazos para a construção a tendência é de falta do produto.

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