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Publicada em 12 de Maio de 2024 às 16:00

Empresa de software terá filial na Região das Hortênsias

Tássio Pereira projeta início das operações no mais tardar em 2025

Tássio Pereira projeta início das operações no mais tardar em 2025

PWI/divulgação/jc
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Roberto Hunoff
Roberto Hunoff Jornalista
No mercado de desenvolvimento de softwares há 37 anos, a PWI Sistemas, com sede em São Paulo, prepara a instalação de uma filial na Região das Hortênsias, com prioridade para a localização entre as cidades de Gramado e Canela. O objetivo é que a unidade inicie operações ainda neste ano ou no tardar, em 2025, para atender a forte expansão de parques temáticos na região.
No mercado de desenvolvimento de softwares há 37 anos, a PWI Sistemas, com sede em São Paulo, prepara a instalação de uma filial na Região das Hortênsias, com prioridade para a localização entre as cidades de Gramado e Canela. O objetivo é que a unidade inicie operações ainda neste ano ou no tardar, em 2025, para atender a forte expansão de parques temáticos na região.
O diretor Tássio Pereira estima investimento na casa de R$ 1,5 milhão e acréscimo de 20 vagas ao quadro, hoje formado por 150 pessoas empregadas na matriz, em São Paulo, número 25% superior ao da pré-pandemia. "Acreditamos ser suficiente para o primeiro momento", projeta.
Além do atendimento aos parques, hoje responsáveis por cerca de 30% do faturamento, a empresa acredita na evolução dos negócios no segmento ótico, atualmente seu principal negócio, com cerca de 60%. "Com uma filial na Região das Hortênsias, acreditamos ser possível elevar a carteira de clientes óticos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina", explica.
O diretor pondera que no setor ótico os dois estados ainda têm pouca representatividade no faturamento da empresa. "Temos uma boa carteira de clientes, atendendo, basicamente, via remota. Por isso, a presença física deverá trazer incremento interessante", estima.
De acordo com Pereira, a empresa desenvolve produtos padrões, mas no caso dos parques são sistemas customizados. Segundo ele, a PWI virou especialista nesta modalidade em função do conhecimento técnico e de mercado adquirido ao longo do tempo. Assinala que a nova política pública de conceder parques à iniciativa privada aumentou a demanda por sistemas.
Atualmente, são atendidos em torno de 140 parques em todo o país, dos quais a metade está localizada no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os principais produtos da empresa são voltados à venda de ingressos e controle de acesso. Dependendo do porte da operação, há também sistemas para a gestão do espaço, incluindo toda a parte financeira.
Pereira recorda que a pandemia sanitária provocou queda de 30% na receita da empresa, basicamente pelo fechamento dos parques temáticos. "Foi assustador, mas conseguimos resistir em função da administração sólida e boa relação com os clientes", observou. Para ele, as adequações e os incentivos dos governos foram determinantes para salvar o segmento.
O executivo lembra que, no passado, o maior cliente da empresa foi o parque Beto Carreiro, de Penha (SC). Com a evolução do parque, a PWI expandiu sua atuação para o Rio Grande do Sul, especialmente Gramado, e Santa Catarina. "Começou a surgir uma variedade muito grande de aplicações nessas atrações", recorda.
 

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