Ana Esteves, especial para o JC
Os reflexos da guerra no Irã com o fechamento do estreito de Ormuz, por onde passa mais de 20% do petróleo consumido mundialmente, e a destruição de refinarias na zona de conflito, começam a ser sentidas pelas empresas de aviação agrícola, com o aumento do preço dos combustíveis específicos para esse fim. É o que revela o estudo Inflação dos Combustíveis sobre a Aviação Agrícola realizado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) que aponta um cenário de forte elevação na gasolina de aviação (AVGAS), com aumento de 67,3%, e do querosene de aviação (QAV), que avançou 51,6%. Além disso, o etanol, que move cerca de 20% dos aviões agrícolas, e o diesel, utilizado nos veículos de apoio em solo, tiveram variações mais moderadas de 6,9% e 7,7%, respectivamente.
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