Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Política

- Publicada em 25 de Setembro de 2020 às 14:25

Lava Jato denuncia Wassef, ex-advogado dos Bolsonaros, sob acusação de lavagem de dinheiro

Acusação alega desvio de R$ 4,6 milhões das seções fluminenses do Sesc, Senac e da Fecomércio

Acusação alega desvio de R$ 4,6 milhões das seções fluminenses do Sesc, Senac e da Fecomércio


FABIO MOTTA/AFP/JC
O advogado Frederick Wassef, que já representou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi denunciado nesta sexta-feira (25) pelo MPF (Ministério Público Federal) sob suspeita de lavagem de dinheiro e peculato. A denúncia é um desdobramento da operação Esquema S, que apura desvios de entidades do Sistema S do Rio.
O advogado Frederick Wassef, que já representou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi denunciado nesta sexta-feira (25) pelo MPF (Ministério Público Federal) sob suspeita de lavagem de dinheiro e peculato. A denúncia é um desdobramento da operação Esquema S, que apura desvios de entidades do Sistema S do Rio.
Além dele, outros quatro pessoas foram denunciadas: Orlando Diniz, o ex-presidente da Fecomércio-RJ; o empresário Marcelo Cazzo; e as advogadas Luiza Nagib Eluf e Marcia Carina Castelo Branco Zampiron. O grupo é acusado de crimes cometidos a partir do desvio de R$ 4,6 milhões das seções fluminenses do Sesc, Senac e da Fecomércio.
De acordo com os procuradores, os desvios ocorreram de dezembro de 2016 a maio de 2017 sob pretexto de prestação de serviços advocatícios à Fecomércio-RJ.
No entanto, as investigações apontaram que o escopo contratual era falso, porque ou os serviços não foram prestados ou foram prestados no interesse exclusivo de Orlando Diniz para, por exemplo, perseguição de adversários pessoais.
Os novos fatos se somam aos que já haviam sido reportados em denúncia anterior da Operação E$quema S. "Os membros já denunciados da organização criminosa se valiam do uso de contratos falsos com escritórios dos réus ou de terceiros por eles indicados, em que serviços advocatícios declarados nos contratos não eram prestados, mas remunerados por elevados honorários", informou o MPF.
Folhapress
Conteúdo Publicitário
Leia também
Comentários CORRIGIR TEXTO