Porto Alegre, quarta-feira, 23 de setembro de 2020.

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Eleições 2020

- Publicada em 21h19min, 16/09/2020. Atualizada em 09h25min, 17/09/2020.

Porto Alegre terá recorde de candidatos à prefeitura nas eleições 2020

Capital terá 13 candidaturas ao Paço Municipal, maior número desde a redemocratização

Capital terá 13 candidaturas ao Paço Municipal, maior número desde a redemocratização


JOEL VARGAS/PMPA/JC
Marcus Meneghetti
A eleição municipal de 2020 terá um recorde no número de candidaturas à prefeitura de Porto Alegre. Após o fim do prazo para os partidos escolherem seus candidatos, que terminou ontem, 13 legendas lançaram candidatos a prefeito - o maior número desde a redemocratização. Agora as siglas tem até o dia 26 de setembro para registrar suas candidaturas.
A eleição municipal de 2020 terá um recorde no número de candidaturas à prefeitura de Porto Alegre. Após o fim do prazo para os partidos escolherem seus candidatos, que terminou ontem, 13 legendas lançaram candidatos a prefeito - o maior número desde a redemocratização. Agora as siglas tem até o dia 26 de setembro para registrar suas candidaturas.
A quantidade de candidaturas em 2020 supera os 12 candidatos que disputaram a prefeitura nas eleições municipais de 1996. Naquela eleição, Raul Pont (PT) foi eleito prefeito, para substituir o então prefeito Tarso Genro (PT). 
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Neste ano, na véspera do período de convenções (31 de agosto a 16 de setembro), 17 partidos tinham lançado pré-candidatos. Entretanto, ao longo das convenções partidárias, quatro partidos desistiram de concorrer.
O DEM retirou o nome da vereadora Comandante Nadia. O Cidadania, o da deputada estadual Any Ortiz. O PRTB, o do Coronel Ikeda. Esses três partidos aderiram à coligação encabeçada por Sebastião Melo (MDB). O Patriota desistiu de lançar André Cecchini à prefeitura, para apoiar a candidatura do ex-prefeito José Fortunati (PTB). Cecchini se tornou o vice na chapa do petebista.
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A explicação para o aumento do número de pretendentes ao Executivo se justifica, entre outras coisas, pelas mudanças na legislação eleitoral. Duas alterações, em especial, contribuíram significativamente para a elevação no número de candidaturas: o fim das coligações nas chapas proporcionais e a implementação da cláusula de barreira.
O fim das coligações proporcionais significa que os candidatos a vereador não poderão construir alianças, pois o voto para conquistar cadeiras nas câmaras municipais será direcionado exclusivamente ao partido e ao candidato. A cláusula de barreira impede a atuação de parlamentares eleitos por partidos que não alcançarem um desempenho mínimo nas urnas. Com isso, os partidos tendem a lançar candidatos próprios à prefeitura, na tentativa de dar visibilidade às nominatas de vereadores.
Dos 33 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, apenas o Novo e o PSC não integram nenhuma coligação. PMN e PMB não responderam ao contato da reportagem.
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