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STF

- Publicada em 14h48min, 24/07/2020. Atualizada em 15h45min, 24/07/2020.

Perfis de bolsonaristas no Twitter são suspensos por determinação de Alexandre de Moraes

Mensagem que diz que a conta 'foi suspensa em resposta a determinação legal'

Mensagem que diz que a conta 'foi suspensa em resposta a determinação legal'


ALASTAIR PIKE/AFP/JC
Contas no Twitter de influenciadores, empresários e políticos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foram tiradas do ar nesta sexta-feira (24) por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A decisão é de maio, mas foi cumprida somente agora.
Contas no Twitter de influenciadores, empresários e políticos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foram tiradas do ar nesta sexta-feira (24) por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A decisão é de maio, mas foi cumprida somente agora.
Figuras como o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), Sara Giromini (conhecida como Sara Winter), o blogueiro Allan dos Santos e o empresário Luciano Hang, alvos de investigação no âmbito do inquérito das fake news, tiveram suas contas suspensas.
Além deles, tiveram os perfis suspensos os empresários Edgard Corona (da rede de academias Smart Fit) e Otavio Fakhoury, o blogueiro Bernardo Küster, Edson Salomão (chefe de gabinete do deputado estadual Douglas Garcia, do PTB em SP), o militante do PSL Eduardo Fabris Portella, o youtuber Enzo Momenti, os monarquistas Marcelo Stachin e Rafael Moreno, Marcos Bellizia (porta-voz do movimento Nas Ruas), o empresário Paulo Gonçalves Bezerra, Rodrigo Barbosa Ribeiro (assessor de Douglas Garcia), o humorista Reynaldo "Rey" Bianchi e o youtuber Winston Rodrigues Lima, conhecido como comandante Winston.
Ao serem acessadas, as contas no Twitter apresentam mensagem que diz "conta retida" e que a conta "foi suspensa em resposta a determinação legal".
Os perfis no Facebook (não das mesmas figuras, necessariamente) não aparecem para visualização na busca. Quando acessados diretamente via URL, apresentam mensagem que diz que o conteúdo "não está disponível no momento". É o caso do perfil de Hang, por exemplo.
Em nota da assessoria de imprensa, o Twitter afirma que "agiu estritamente em cumprimento a uma ordem legal proveniente de inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF)".
O Facebook afirma que "respeita o Judiciário e cumpre ordens legais válidas".
Folhapress
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