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justiça

04/06/2020 - 16h29min. Alterada em 04/06 às 16h29min

Fake news e disparos por WhatsApp são corrupção eleitoral do século 21, diz pai da Lei da Ficha Limpa

Reis afirma ver os disparos ilegais de mensagens como os grandes problemas a serem combatidos

Reis afirma ver os disparos ilegais de mensagens como os grandes problemas a serem combatidos


CLAUDIO FACHEL/ARQUIVO/JC
Folhapress
Idealizador da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente Lula (PT) há dez anos, o ex-juiz Márlon Reis, de 50 anos, afirma ver as fake news e os disparos ilegais de mensagens como os grandes problemas a serem combatidos nas eleições atualmente.
Idealizador da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente Lula (PT) há dez anos, o ex-juiz Márlon Reis, de 50 anos, afirma ver as fake news e os disparos ilegais de mensagens como os grandes problemas a serem combatidos nas eleições atualmente.
Depois da lei que barrou candidaturas de políticos cassados ou condenados em segunda instância (como o próprio Lula em 2018), o ex-magistrado sugere que o projeto sobre fake news que tramita no Senado "deixe claro que constitui abuso de poder econômico e dos meios de comunicação" o disparo em massa de fake news.
Em entrevista à reportagem, ele afirma que isso facilitaria "processos de cassação, com a vantagem de que essas ações, realizadas com esse fundamento, ainda geram inelegibilidade". "Uma ficha limpa digital", diz.
Márlon, que largou a magistratura em 2016 e entrou para a política, concorreu pela Rede nas eleições ao governo do Tocantins duas vezes em 2018 -uma delas era uma eleição tampão após a cassação do ex-governador Marcelo Miranda (MDB). Atualmente, está filiado ao PSB.
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