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Prefeitura de Porto Alegre

- Publicada em 22h56min, 01/06/2020.

Marchezan promete 'movimento crescente de liberação a cada 15 dias'

'O momento é de grande expectativa de controle de impactos', observou o prefeito

'O momento é de grande expectativa de controle de impactos', observou o prefeito


ANSELMO CUNHA/PMPA/DIVULGAÇÃO/JC
Patrícia Comunello
O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, prometeu, durante ao vivo pelo Facebook nesta segunda-feira (1), um "movimento crescente de liberação a cada 15 dias", referindo-se a medidas para flexibilizar mais as atividades econômicas e de mobilidade. Marchezan apontou a próxima sexta-feira (5) como dia crucial para analisar impactos da maior reabertura recente, que entrou em vigor dia 20 de maio, com autorização para lojas em geral, shopping centers, bares e restaurantes abrirem.        
O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, prometeu, durante ao vivo pelo Facebook nesta segunda-feira (1), um "movimento crescente de liberação a cada 15 dias", referindo-se a medidas para flexibilizar mais as atividades econômicas e de mobilidade. Marchezan apontou a próxima sexta-feira (5) como dia crucial para analisar impactos da maior reabertura recente, que entrou em vigor dia 20 de maio, com autorização para lojas em geral, shopping centers, bares e restaurantes abrirem.        
Ao indicar um ritmo mais acelerado para as atividades, já num ambiente de quase pós-Covid-19, o prefeito afirmou que as liberações serão de forma "mais volumosa e organizada", mas não citou nenhuma medida específica. O prefeito justificou que é preciso avaliar como a maior circulação de pessoas, com o funcionamento do comércio e serviços de alimentação afetou os número de casos e a rede de atendimento. "O momento é de grande expectativa de controle de impactos", concluiu.
Marchezan chegou a citar que o pico de pressão na rede hospitalar foi em abril, com 43 internações pela doença em UTIs. Mas o maior número foi registrado no último sábado (30 de maio), com 49 internações. No domingo (31), eram 48 pacientes e, nesta segunda, são 45 em leitos de terapia intensiva. A Capital soma até agora 1265 casos e 39 mortes, três confirmadas nesta segunda. O número de recuperados é de 601 pessoas. 
Uma das áreas de grande expectativa é a da educação infantil, com creches e escolinhas fechadas. Mas este segmento vai depender de orientações do governo estadual que devem sair até dia 15. 
O prefeito garantiu que a ideia é que novas regulamentações e decretos possam ser "factíveis e reais", para evitar erros na implementação. "Ao longo dos próximos dias, faremos adequações e mudanças", sinalizou ele, indicando investidas em relação ao que está em vigor.
Na largada das ações de controle e isolamento, em março, a prefeitura teve de reeditar e reformar muitos decretos devido a dúvidas, limitações e até pouca clareza na forma de aplicação. 
Ao abrir caminho para o que parece ser uma nova fase na gestão da pandemia, o prefeito aproveitou para comemorar os resultados das medidas e  considerou que as ações de Porto Alegre foram "bem-sucedidas". Para o gestor municipal, o êxito assegurou o achatamento da curva de casos. A Capital foi uma das primeiras cidades no País a decretar fechamento e suspensão das atividades escolares, antes de 20 de março. O primeiro registro de Covid-19 foram em 10 de março
Nesta terça-feira (2), o prefeito deve divulgar medidas na área da educação digital, possivelmente com ações para o uso de ferramentas para a rede de ensino pública. Em junho, apenas o EAD será possível. Aulas presenciais são projetadas para julho, caso não haja novidades na contaminação no Estado.
Outra medida que já havia sido anunciada e que pode ser aplicada é a criação de um cartão para custear alimentação em famílias de baixa renda da Capital que estejam sofrendo dificuldades com a pandemia. 
 
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