Porto Alegre, sexta-feira, 13 de março de 2020.

Jornal do Comércio

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Governo federal

13/03/2020 - 15h06min. Alterada em 13/03 às 15h06min

Após reunião sobre coronavírus, porta-voz reforça iniciativas da Economia

Porta-voz da Presidência mencionou a antecipação do 13º para aposentados do INSS

Porta-voz da Presidência mencionou a antecipação do 13º para aposentados do INSS


JÚLIO NASCIMENTO/PR/DIVULGAÇÃO/JC
Em pronunciamento nesta sexta-feira (13) o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, reforçou as iniciativas divulgadas na noite de quinta-feira (12) pelo Ministério da Economia, sem anunciar novos atos da equipe econômica. Barros discursou após reunião interministerial para tratar de medidas sobre o novo coronavírus, que ocorreu pela manhã.
Em pronunciamento nesta sexta-feira (13) o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, reforçou as iniciativas divulgadas na noite de quinta-feira (12) pelo Ministério da Economia, sem anunciar novos atos da equipe econômica. Barros discursou após reunião interministerial para tratar de medidas sobre o novo coronavírus, que ocorreu pela manhã.
Segundo o porta-voz, o ministério comandado por Paulo Guedes "acompanha o tema e avalia suas consequências". Barros afirmou ainda que as iniciativas da Economia priorizam a população mais vulnerável.
Ele citou a antecipação da primeira metade do 13º de aposentados do INSS, a suspensão da prova de vida de beneficiários do INSS, a proposta de redução do limite de taxa de juros para empréstimos consignados em folha de pagamento dos beneficiários do INSS, o desembaraço aduaneiro e a preferência tarifária de uma lista de produtos médico hospitalares.
Barros também lembrou das iniciativas dos bancos públicos. "Os bancos públicos atuarão com R$ 75 bilhões no combate ao coronavírus. Tal recurso será usado para crédito agrícola, capital de giro e crédito consignado", disse o porta-voz.
No período da manhã, após reunião com os presidentes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que os bancos públicos estão se antecipando e entrando em entendimento com empresas de setores críticos que podem ser atingidos pela crise. Segundo ele, seriam "R$ 70 bilhões entrando pela Caixa Econômica Federal, se precisar".