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Porto Alegre, quarta-feira, 22 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Política

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Legislativo

22/01/2020 - 17h49min. Alterada em 22/01 às 17h57min

Camozzato defende debater o Plano Diretor na Câmara neste ano

Vereador do Novo considera discussão fundamental para Porto Alegre

Vereador do Novo considera discussão fundamental para Porto Alegre


MARCO QUINTANA/JC
Osni Machado
O vereador de Porto Alegre Felipe Camozzato (Novo) avalia como positiva a iniciativa do presidente da Câmara, Reginaldo Pujol (DEM), de pautar o debate sobre a revisão do Plano Diretor de Porto Alegre em 2020 no Legislativo, ainda que a prefeitura encaminhe o projeto de lei só fim do ano. Mesmo que o tema fique para a próxima legislatura, Camozzato destaca a importância de iniciar a discussão da matéria em uma comissão especial, a fim de amadurecer o debate sobre a matéria, que é complexa e, tradicionalmente, tem uma tramitação demorada na Câmara.
O vereador de Porto Alegre Felipe Camozzato (Novo) avalia como positiva a iniciativa do presidente da Câmara, Reginaldo Pujol (DEM), de pautar o debate sobre a revisão do Plano Diretor de Porto Alegre em 2020 no Legislativo, ainda que a prefeitura encaminhe o projeto de lei só fim do ano. Mesmo que o tema fique para a próxima legislatura, Camozzato destaca a importância de iniciar a discussão da matéria em uma comissão especial, a fim de amadurecer o debate sobre a matéria, que é complexa e, tradicionalmente, tem uma tramitação demorada na Câmara.
Para o vereador, a revisão do Plano Diretor, ao lado da lei orçamentária, é o tema mais relevante do Legislativo de Porto Alegre. “O Plano Diretor de Porto Alegre precisa de alterações radicais. Tem regiões da cidade que se tornaram um grande problema oriundo da própria concepção do Plano Diretor. Um exemplo é o 4º Distrito, região que ficou com zoneamento industrial, o que prejudicou, fez com que se degradasse. Agora estamos com um esforço gigantesco de recuperação.”
Camozzato defende um acompanhamento contínuo, pois revisões do Plano Diretor a cada 10 anos, para ele, acaba “engessando a cidade”. O vereador do Novo prega flexibilidade e entende que discussões na Câmara podem ser pontuais, sobre os principais aspectos da lei, independentemente do projeto do governo.
As eleições municipais deste ano, em outubro, podem retardar um pouco o trabalho legislativo, que deve se concentrar no primeiro semestre, já que a maioria dos vereadores irá tentar a reeleição. Camozzato é um deles, e projeta um crescimento da bancada do Novo, considerando que o partido não faz coligações e, neste ano, a eleição proíbe alianças na disputa proporcional.
O Novo terá candidato a vereador em menos de 10 municípios gaúchos, e lançará nomes à prefeitura em Canoas, Caxias do Sul e Santa Cruz do Sul.
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